Citado de: ROTEIRO DOS ARTESÃOS DO DISTRITO DE ÉVORA - BONECOS DE ESTREMOZ. TRADICIONAIS E CONTEMPORÂNEOS.
A partir de 1/2/11 este blogue deixa de ter sentido para o qual foi criado, uma vez que a responsável pela sua concepção teve de deixar um museu a que tanto se dedicou. As mudanças sucedem-se... É preciso resistir e encarar o futuro positivamente. E o passado fica para trás. Mas nunca o devemos esquecer! Porque reabrir um museu e torná-lo operacional não foi tarefa fácil. Por isso,este blogue continua online, passando a divulgar apenas a cultura popular e a importância dos museus na comunidade!
Citado de: ROTEIRO DOS ARTESÃOS DO DISTRITO DE ÉVORA - BONECOS DE ESTREMOZ. TRADICIONAIS E CONTEMPORÂNEOS.
O Monte - ACE, no seu trabalho de proximidade com as gentes alentejanas soube sempre qual o valor dessa identidade, privilegiando a sua divulgação, levando-a a conhecer novos mundos, contribuindo para a recriação da tradição, para a inovação enraizada num território, alimentando o processo criativo nascido do contacto com novos conceitos, diferentes abordagens, outras formas de estar e sentir.
Olaria Jeremias
O mestre oleiro Prudêncio Jeremias (n.1954) herdou a olaria do pai José Jeremias, que dirige desde 1983. Produz todo o tipo de loiça decorativa: vasos, pratos, travessas, terrinas, potes e chávenas.
A cultura tradicional, nas suas mais variadas e espontâneas expressões, traduz a alma de um povo, a sua pulsação. Guardar a memória dos locais, as palavras por dizer, os gestos que o artesão grava na obra, o sabor nascido no início dos tempos, que as avós transformaram na infância feliz é guardar um sentido de identidade essencial para o património comum da humanidade.
O algodão é trabalhado na urdideira e o fio é introduzido no tear, designado por “teia”. É montada no órgão do tear onde se faz a “remissa” – um fio passado pelo “olhal” do “liço”. As meadas são transformadas em canelas para serem introduzidas na lançadeira do tear, que abre e cala, ao passar a lançadeira faço o desenho que pretendo.
Maria do Carmo Grilo
tino, adiciona-se água e é mexido com um falheiro. Obtém-se uma pasta com determinada consistência que é passada para dentro de um tanque. Este tanque, para não colar o barro ao fundo, leva uma cobertura de cinza e fica em repouso. No Verão, são cerca de 6 dias enquanto que no Inverno pode ir até aos 20 dias. Quando o barro está consistente é recolhido e guardado para se fabricar no Inverno.
Temos grande carência de “rodistas” em São Pedro. Sou o único a fazer alguidares para a matança do porco. O trabalho do forno é muito difícil. A maioria dos oleiros não utiliza os fornos a lenha. Mais cedo ou mais tarde ninguém faz um pote, uma bilha, um alguidar...
Isto é muito duro, nunca tive férias na vida. Hoje qualquer pessoa pode vidrar ou cozer loiça. São os oleiros do futuro. Oleiro é o que faz todo o processo – desde a recolha do barro até ao acabamento final.
Fotografia: Paulo Nuno Silva
Entrevista feita ao oleiro de São Pedro do Corval, em 2002.
Well worth seeing the exhibition. Very interesting.
Pauline da Silva, Australia.
Parabéns pelo núcleo museológico e pela frescura e autenticidade da nossa arte popular.
Alice Elfriede Nezeth
6 de Outubro de 2007
A wonderful exhibition, and the staff was most helpful.
Cora x John Tngunan, Israel
Quero apenas deixar presente o meu agrado pela exposição que aqui é apresentada de inestimável valor cultural, científico e sobretudo social.
Os meus sinceros parabéns.
João Torres Buquete 11-10-2007
Que exposição interessante! Espero que estejam cá mais tempo, por favor. Eu Catarina adorei a exposição! Parabéns por o vosso trabalho!
Catarina Ramos da Silva 5º Évora
17-10-2007
A exposição é muito enriquecedora, pois podemos descobri e aprender como se faz as coisas. Parabéns a todos que se empenharam para obter o trabalho!
[assinatura ilegível] 7-10-2007
Nous avons eu le plaisir d´être parmi les premiers à visiter ce très beau musée d`artisanat, qui associe de très nombreuses téchniques de travail à beaucoup d´humour et permet de perpétuer et démontrer le talent des artisants. Merci pour un accueil chaleurex.
P x MP Boncoeur, Limoges – France
An informative collection of traditional arts/ crafts – thoroughly enjoyed.
Display & specific information education & altruttive (sic), thank you
Peter & Emma Davie/ Yorkshire, England – 17-01-2008
Que bom poder revisitar muitos dos objectos que povoaram a minha infância e poder deixar tudo isto para as gerações vindouras. Venham mais ideias destas. Parabéns!
Deolinda Pires
O espaço é maravilhoso e para o turista fica bem localizado. O artesanato é rico e interessante. Parabéns!!
Zelita Cruz – João Pessoa, Paraíba – Brasil – 14-03-2008

Interior do Celeiro Comum, Maio de 1962. (Origem: Arquivo Fotográfico da Câmara Municipal de Évora, Autor David de Freitas)
Interior do Celeiro Comum, em 2004
Projectado pelo mestre pedreiro João Baptista, a construção do Celeiro Comum teve início em 1773 e foi concluída em 1780. Esta infra-estrutura é constituída pelo depósito de trigo (espaço de instalação do Centro de Artes Tradicionais/ Antigo Museu do Artesanato), pelas salas de sessões, sala vaga, cartório e moradia do tesoureiro.
O depósito de trigo, a maior divisão de todas, é uma sala de planta rectangular com 30,10 m de comprimento por 21, 60 m de largura, que possui um pé direito de 6,25 m de altura e tem 12 pilares de granito em que assentam as abóbadas em ogiva.
Citado de "Um Gabinete, um Museu, um Centro de Artes Tradicionais no distrito de Évora"
EXPOSIÇÃO TEMPORÁRIA PROMOVIDA PELA REGIÃO DE TURISMO DE ÉVORA ESTARÁ PATENTE ATÉ AO DIA 23 DE NOVEMBROCitado de “Um Gabinete, um Museu, um Centro de Artes Tradicionais no distrito de Évora”