A partir de 1/2/11 este blogue deixa de ter sentido para o qual foi criado, uma vez que a responsável pela sua concepção teve de deixar um museu a que tanto se dedicou. As mudanças sucedem-se... É preciso resistir e encarar o futuro positivamente. E o passado fica para trás. Mas nunca o devemos esquecer! Porque reabrir um museu e torná-lo operacional não foi tarefa fácil. Por isso,este blogue continua online, passando a divulgar apenas a cultura popular e a importância dos museus na comunidade!
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Olaria Mértola e os trabalhos de Vitória Duque
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Peças contemporâneas na Exposição "Redondo - um Século de Barros"
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Vaso senhorial
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Programa de visita às Olarias do Redondo
domingo, 24 de agosto de 2008
Inscreva-se já para visitar as Olarias do Redondo
sábado, 23 de agosto de 2008
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Olaria Xico Tarefa
Venha conhecer o artesão e o seu trabalho na visita à Olaria do Redondo, marcada para o próximo dia 27 de Agosto!
Citado de: ROTEIRO DOS ARTESÃOS DO DISTRITO DE ÉVORA. OLARIA DO REDONDOquinta-feira, 21 de agosto de 2008
O que aprendemos na nossa visita à Casa Martelo
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
O que descobrimos na Olaria do Poço Velho
Amanhã fique a saber um pouco mais sobre a segunda olaria visitada hoje, a Casa Martelo.
Olaria Mértola
terça-feira, 19 de agosto de 2008
VISITANTE 9000 DO CENTRO DE ARTES TRADICIONAIS
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Último dia de inscrições
domingo, 17 de agosto de 2008
Adriano Martelo, o fundador da Casa Martelo
sábado, 16 de agosto de 2008
História da Olaria do Redondo
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Olaria do Poço Velho - Como se faz uma peça
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Artesanato Martelo Júnior
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Olaria do Poço Velho
domingo, 10 de agosto de 2008
PROGRAMA DE VISITA ÀS OLARIAS DO REDONDO
sábado, 9 de agosto de 2008
Exposição permanente renova-se
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Núcleo "Arte Pastoril" com uma nova peça
Desde finais de Junho que temos uma nova peça em exposição, duas cabaças, que têm a originalidade de estar entrelaçadas. Este conjunto enriqueceu o núcleo "Artes Pastoril", que possuía apenas duas peças semelhantes da artesã Tersea Serol Gomes, de Estremoz, já falecida.quinta-feira, 7 de agosto de 2008
As características arquitectónicas do Celeiro Comum, segundo o Dr. Manuel Branco
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
A história do Celeiro Comum segundo o Dr. Manuel Branco
terça-feira, 5 de agosto de 2008
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Exposição "Redondo - Um Século de Barros"
domingo, 3 de agosto de 2008
CONCEIÇÃO SAPATEIRO
A obra de Conceição Sapateiro, artesã natural de Barcelos, transparece uma certa realidade do imaginário popular português, além de retratar a vida do quotidiano na região minhota.
Hoje é o último dia da exposição "Objectos In(Úteis) , se ainda não a conseguiu visitar tem até às 19.00 horas para o fazer! Citado de: http://www.artesminho.com
sábado, 2 de agosto de 2008
ROSÁRIO FONSECA
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
SÉRGIO AMARAL
Natural de Mangualde, este artesão sentiu a necessidade de experimentar novos materiais, como o ferro e o barro, iniciando o seu percurso na cerâmica, com especial interesse pelo barro negro. Desde 1982 que explora todas as possibilidades que esta técnica permite: o Rakú, o Negro Primitivo, as Reduções, etc.
Em 2002 começa a dar a conhecer com mais insistência os seus matarrachos em várias mostras de artesanato, tendo recebido vários prémios, como por exemplo, o prémio de Artesanato Moderno do IEFP.
quinta-feira, 31 de julho de 2008
JÚLIA CÔTA
Filha da famosa ceramista Rosa Côta e neta de Domingos Côta (o pai do galo de Barcelos), Júlia Côta entrou cedo nesta arte, tornando-se responsável pela criação de figuras religiosas, animais, retratos que são reinterpretados numa mistura do respeito e imaginário, ou em representação de cenas do trabalho e do jogo da vida rural. Citado de: http://www.juliacota.com
quarta-feira, 30 de julho de 2008
MÁSCARAS
Vestem um fato de cores garridas (amarelo e vermelho), capucho, cajoto, chocalhos presas na cintura, socos de madeira e com uma máscara de madeira de castanho. Numa mistura de figura de homem e figura de animal, muitas das máscaras têm chifres, dando-lhe um aspecto terrifico e diabólico, mas com um significado muito rico. O artesão Tozé Vale, morador em Vinhais, é o responsável pela criação destas máscaras (em exposição, no valor de 96€ a 120 €), assim como dos respectivos trajes usados na festa. Citado de: http://vinhaisnofuturo.blog.pt
terça-feira, 29 de julho de 2008
Centro de Artes Tradicionais de Évora na TVI
“Lenços dos Namorados”
Ao longo dos 150 anos da história dos “Lenços dos Namorados” que sempre existiu uma comercialização desses bordados, porque nem todas as raparigas em idade de casar sabiam bordar… e esta era uma forma de comunicar afecto entre duas pessoas, fora do quadro do “namoro”.
Já houve lenços com funções similares em todo o país, e até noutras regiões europeias, mas é no Minho que conseguiram alcançar mais visibilidade e que se deu a sua revitalização. segunda-feira, 28 de julho de 2008
Centro de Artes Tradicionais divulgado na televisão portuguesa
domingo, 27 de julho de 2008
CARLOS BARAÇA
A família “Baraça” é a prova viva da passagem de saberes e identidades na arte de trabalhar o barro. A tradição foi encetada por Ana “Baraça” no início do século passado e continuada, primeiro, pelo filho Fernando “Baraça” e, agora, pelos netos Carlos (autor das peças em exposição), Victor e Moisés “Baraça”.
Com uma identidade muito própria, o figurado dos “Baraças” pauta-se pelo simbolismo, pela magia e pela expressão artística das peças, características às quais se aliam as cores coloridas e atractivas que atestam a vivacidade deste tipo de artesanato. sábado, 26 de julho de 2008
JOAQUIM PAIVA
sexta-feira, 25 de julho de 2008
O Centro de Artes Tradicionais celebra as noites quentes de Verão com mais um dia Non-Stop
quinta-feira, 24 de julho de 2008
O que aprendemos na nossa primeira visita às Olarias do Redondo
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Maria Luísa da Conceição
Citado de: ROTEIRO DOS ARTESÃOS DO DISTRITO DE ÉVORA - BONECOS DE ESTREMOZ. TRADICIONAIS E CONTEMPORÂNEOS.
terça-feira, 22 de julho de 2008
Horário de Verão
OFICINA DA TERRA
segunda-feira, 21 de julho de 2008
O Monte - ACE, no seu trabalho de proximidade com as gentes alentejanas soube sempre qual o valor dessa identidade, privilegiando a sua divulgação, levando-a a conhecer novos mundos, contribuindo para a recriação da tradição, para a inovação enraizada num território, alimentando o processo criativo nascido do contacto com novos conceitos, diferentes abordagens, outras formas de estar e sentir.
domingo, 20 de julho de 2008
Fique a saber um pouco sobre as olarias que vamos visitar no dia 23 de Julho
Olaria Jeremias
O mestre oleiro Prudêncio Jeremias (n.1954) herdou a olaria do pai José Jeremias, que dirige desde 1983. Produz todo o tipo de loiça decorativa: vasos, pratos, travessas, terrinas, potes e chávenas. sábado, 19 de julho de 2008
Hoje é dia non-stop no Centro de Artes Tradicionais
quinta-feira, 17 de julho de 2008
Venha connosco visitar as olarias tradicionais do Redondo
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Objectos In(Úteis)
A cultura tradicional, nas suas mais variadas e espontâneas expressões, traduz a alma de um povo, a sua pulsação. Guardar a memória dos locais, as palavras por dizer, os gestos que o artesão grava na obra, o sabor nascido no início dos tempos, que as avós transformaram na infância feliz é guardar um sentido de identidade essencial para o património comum da humanidade.
EXPOSIÇÃO Objectos In(Úteis) - A partir de 19 de Julho
terça-feira, 15 de julho de 2008
Objectos In(Úteis) - Mostra de Artesanato Nacional
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Promoção dos Artesãos do Distrito de Évora
O algodão é trabalhado na urdideira e o fio é introduzido no tear, designado por “teia”. É montada no órgão do tear onde se faz a “remissa” – um fio passado pelo “olhal” do “liço”. As meadas são transformadas em canelas para serem introduzidas na lançadeira do tear, que abre e cala, ao passar a lançadeira faço o desenho que pretendo.
Maria do Carmo Grilo

