sexta-feira, 30 de abril de 2010

Casa típica nas "Artes Tradicionais de Santiago do Cacém"

Na exposição temporária do Centro de Artes Tradicionais pode apreciar peças que nos lembram o litoral alentejano, como é o caso desta casa típica da região de Santiago do Cacém, executada por Júlio Pereira.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

O Pastor e a Ceifeira

Isaurinda Pereira possui vários bonecos seus na exposição "As Artes Tradicionais de Santiago do Cacém", como é o caso deste casal que trabalha no campo, a ceifeira e o pastor.
Venha apreciar estas peças! Tem ainda esta semana, por estar a terminar o prazo da nossa temporária.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Miniaturas de Santiago do Cacém

Miniaturizar o real define-se como um acto comum a todas as culturas, sob a forma de representação de memórias quotidianas e signos, numa escala facilmente apreensível e manipulável.
O trabalhador rural ou artífice idoso, encontra-se com as suas vivências na construção de miniaturas, expressando, através delas, memórias e sentimentos ligados a toda uma vida de trabalho e ao seu próprio imaginário.
Ao fazer miniaturas de alfaias e de cenas da vida rural, o artesão revive e revisita o passado, esforçando-se por representá-la com toda a perfeição e realismo, mesmo que a sua execução demore « toda uma vida».
Por todo o concelho de Santiago do Cacém, podemos apreciar exemplos de excepcional qualidade fabricados em madeira e cortiça, esculpidos ou recordados a canivete.
Tratam-se de formas de expressão que representam memórias únicas e irrepetíveis.
Citado de: Palmo a Palmo, Santiago do Cacém, C.M. Santiago do Cacém/ DDET, 2ª. Edição, Agosto de 2004.

Os lavradores de Isaurinda Pereira

Um outro casal de bonecos executados pela artesã Isaurinda Pereira é o da imagem superior. A artesã gosta de etiquetar as suas peças, assentes numa placa de xisto, assinado-as e acrescentado uma breve descrição sobre as mesmas: Lavrador com capote, calça de saragoça e corrente de ouro a prender o relógio; Lavradora com traje de lavradora rica com cordão de ouro e xaile.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Peças de Isaurinda Pereira na exposição temporária

Isaurinda Pereira é mais uma artesã que possui peças em exposição na actual temporária "As Artes Tradicionais de Santiago do Cacém". Dedicando-se à trapologia, na sua loja "Arte e Traje" em Santo André, gosta de executar de bonecos e recriação dos trajes típicos locais.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Peças de Fernando Protássio na exposição temporária

Fernando Protássio, residente no Cercal do Alentejo, concelho de Santiago do Cacém tem algumas carroças em miniatura feitas por si na exposição temporária "As Artes Tradicionais de Santiago do Cacém". Venha ao Centro de Artes Tradicionais conhecer o trabalho deste artesão até ao dia 3 de Maio!

domingo, 25 de abril de 2010

Ceramistas de Santiago do Cacém

Isabel Maria Ramos (Cercal do Alentejo), artesã de profissão, dedica-se à azulejaria. Para além da execução de painéis, aplica os azulejos que pinta nas mais diversas peças de uso quotidiano como tabuleiros, caixas, mesas, carros de chá, etc.
Leva muito a sério a arte que pratica pelo puro prazer que esta lhe dá. Gosta de desafios e por isso escolhe técnicas difíceis como o enchimento e a escavagem que aplica na execução dos trabalhos. Guida Pereira e Guida Inácio (Santo André), artesãs ceramistas, aplicam, nas peças que elaboram, um conjunto de técnicas aprendidas em cursos de formação. Na cerâmica moderna usam, para além de outras, a técnica Rakú.
Na confecção de cerâmicas tradicionais preferem modelos e técnicas do século XVII. Aplicam a técnica da corda seca em diversos trabalhos de azulejaria. Nos trabalhos que executam, predominam diversas tonalidades de azul e amarelo. Ana Paula Lança (Ermidas-Sado), considera-se uma artesã autodidacta mas com preocupações comerciais, tem gosto pela arte mas não fica por aí: tem tentado divulgar esta forma de artesanato através de acções de formação profissional. Dos principais motivos que pinta nas peças de cerâmica que executa, destacam-se o monte alentejano com o sobreiro ou a azinheira.
Carla Esteves e Elsa Caldeira (Santo André), partilham o gosto e o interesse pela cerâmica e pela azulejaria, dedicando os tempos livres à confecção de peças que cativam pela originalidade e bom gosto. António Loução de Matos, filho e neto de oleiros, cedo aprendeu esta arte. Depois deixou-a e seguiu outra vida profissional, mas os últimos quinze anos dedicou-os exclusivamente a este ofício, dando continuação a uma tradição familiar na manufactura de peças tradicionais de carácter utilitário. Infusas, panelas, tabuleiros, assadores, alguidares, potes, quartas e palmatórias são moldadas na roda de oleiro, antes de serem cozidas no forno. A sua olaria, no Cercal do Alentejo, tenta adaptar-se aos novos tempos e a um novo público que busca na olaria tradicional o contacto com o barro associado à beleza das formas.
Nazaré da Conceição Neto (Ermidas-Sado), começou por brincadeira, a pintar porcelana, depois decidiu fazer rumo a uma aprendizagem que, segundo ela, é muito criativa, é uma aprendizagem que não tem fim. Impressionismo e canetados são as técnicas que domina, preferindo pintar modelos copiados do século XVII. As peças que pinta vão ao fogo diversas vezes, alternando a cozedura com a pintura.

sábado, 24 de abril de 2010

TECELAGEM DE CARLOS OLIVEIRA

Carlos Oliveira, no Cercal do Alentejo, tenta manter vivas as suas raízes através da tecelagem e da tapeçaria em tear artesanal. Beirão a residir no Alentejo há 24 anos, dedica-se a esta arte há quase duas décadas. Nasceu em Coimbra, e viveu a juventude na Serra da Estrela, terra de pastoreio e dos têxteis em lã de ovelha. Utilizando um tear artesanal e fios naturais de lã e algodão tece com motivos tradicionais e modernos, mantas, tapetes e tapeçarias. Participou em várias feiras de artesanato e em exposições individuais e colectivas. Actualmente faz parte do Centro de Artesanato da Minas do Lousal, concelho de Santiago do Cacém, onde é possível ver e comprar os seus trabalhos.
Quem desejar conhecer peças suas em Évora basta vir visitar o Centro de Artes Tradicionais, onde o artesão tem mantas expostas até ao dia 3 de Maio.
Citado de: Palmo a Palmo, Santiago do Cacém, C.M. Santiago do Cacém/ DDET, 2ª. Edição, Agosto de 2004.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Grupo de artesãos europeus visita Centro de Artes Tradicionais

Um grupo de artesãos polacos, búlgaros, gregos, espanhóis visitou esta manhã o Centro de Artes Tradicionais, numa iniciativa organizada pela Associação de Jovens Empresários do Litoral, onde conheceu o nosso espólio e contactou com um artesão local, o sr. José Chinarro que pinta mobiliário alentejano.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Cerâmicas de Santiago do Cacém

A cerâmica e a azulejaria são talvez as artes mais desenvolvidas em Santiago do Cacém. Existem vários artesãos, espalhados por todo o concelho, que se dedicam exclusivamente a esta profissão.
Vila Nova de Santo André é o local onde se concentra a maior parte das oficinas e se desenvolvem diversas acções de formação profissional. Na Casa do Artesão (Santo André), José Martins Sustelo executa, com toda a minúcia e destreza, reproduções de temas clássicos da azulejaria antiga, trabalho que faz com muito gosto e dedicação. Sua esposa Isilda (Cerâmicas do Azinhal), dedica-se também às artes do fogo, pintando todo o tipo de louça utilitária com os mais diversos padrões decorativos.
Participam ambos em muitos certames nacionais e internacionais divulgando, para além dos seus trabalhos, o município de Santiago do Cacém. Paula Ramos (Oficina Al Zulej – Santo André), pintora ceramista de profissão, passa os seus dias entre os azulejos e as peças de cerâmica, satisfazendo um gosto e procurando a satisfação pessoal que acha necessário encontrar. Na azulejaria, pinta o Alentejo , o quotidiano e, por vezes, a crítica social. Inventou uma técnica que apelida de «escariado» baseada na técnica da corda seca.
Esta artesã dedica grande parte do tempo à formação profissional e participa em diversas exposições por todo o País. As peças de barro, azulejaria e cerâmica moldadas e pintadas pelas mãos de Adília Alves (Artibarro – Santo André), adquirem sentido e «vida». Uma vida cheia de simbolismos que identificam e caracterizam a região alentejana. Os seus trabalhos ilustram fundamentalmente as igrejas, os moinhos, o monte e outros elementos da paisagem, que transpõe, quer para a louça utilitária e azulejaria, quer para a olaria artística. Também a paisagem humana e suas tradições são temas fundamentais nas peças que executa.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Produtos tradicionais de Santiago do Cacém em exposição no Centro de Artes Tradicionais

Viajar no concelho de Santiago do Cacém é partir à descoberta de um património único, onde os ricos sabores sobrevivem no paladar, na história e na tradição.

Para além da diversidade gastronómica de um concelho que das serras se estende pela planície até ao mar, pretendemos aqui promover um conjunto de produtos que fazem parte da nossa alimentação, confeccionados segundo técnicas tradicionais, e que podem ser adquiridos directamente no produtor.

Das verdadeiras iguarias existentes na região destacamos o vinho, o mel, o azeite, os queijos, a doçaria, as tradicionais alcomonias, o bolo de Santiago, os licores de poejo e murtinhos, o pão de excelente qualidade, que pode ser adquirido nas padarias juntamente com o bolo de torresmos e o bolo de massa de pão, diversos enchidos caseiros como a linguiça e o chouriço, que são vendidos e em muitos casos confeccionados nos próprios talhos, existindo diversas variedades, consoante os temperos usados. Citado de: Palmo a Palmo, Santiago do Cacém, 2.ª edição, Agosto de 2004

terça-feira, 20 de abril de 2010

AS ARTES TRADICIONAIS DE SANTIAGO DO CACÉM

O artesanato utilitário do Alentejo Litoral combina os recursos locais e os saberes tradicionais, destinando-se exclusivamente à satisfação das necessidades da comunidade rural.
É o caso do abegão e do tanoeiro de Santiago do Cacém; do oleiro, do latoeiro/arameiro; do cadeireiro e do empalhador de garrafões; do esteireiro ou dos cesteiros.
Os cestos em fibras vegetais foram os recipientes utilizados no transporte de materiais sólidos até à generalização do plástico. Nesta função, assumiam vantagens sobre a bilha de barro ou a celha de madeira, por serem mais leves e inquebráveis.
Para além da representação caricatural de personagens e tipos do meio rural em barro (o médico ou o vizinho; o baile ou a tourada) e da arte criada pelos pastores locais, minuciosa e satírica, as artes de embelezamento estão também presentes nesta região – estes trabalhos manuais contribuem para criar na casa alentejana maior comodidade e harmonia.

sábado, 17 de abril de 2010

As Artes Tradicionais de Santiago do Cacém no Centro de Artes Tradicionais

É num contexto de combinação entre o mundo urbano e o mundo rural que muitos artesãos, espalhados por todo o concelho de Santiago do Cacém praticam a sua arte.
Cerâmica, azulejaria, olaria, artesanato rural, miniaturas em madeira e cortiça, rendas e bordados, trabalhos com retalhos, arranjos de flores secas, tapeçaria, tecelagem e diversos ofícios tradicionais continuam a ser praticados no concelho.
Alguns trabalhos estão em vias de extinção e outros teimam em persistir, confirmando a sua utilidade nos tempos modernos: a tanoaria, a begoaria, a ferradoria, o fabrico de calçado, a latoaria e a funilaria, a cestaria, a correaria e a confecção de cadeiras e bancos.
Citado de: http://www.alentejolitoral.pt/

sexta-feira, 16 de abril de 2010

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Bordados nas "Artes Tradicionais de Santigo do Cacém"

Bordados em ponto cruz, elaborados pela artesã Laurinda Protássio, podem ser apreciados na actual exposição temporária até aos primeiros dias de Maio.

domingo, 11 de abril de 2010

Peças de cerâmica de Santiago de Cacém

As peças moldadas por Adília Alves, artesã de Santo André, adquirem sentido e "vida". Uma vida cheia de simbolismos que identificam e caracterizam a região alentejana.
Os seus trabalhos ilustram fundamentalmente as igrejas, os moinhos, o monte e outros elementos da paisagem, que transpõe, quer para a louça utilitára e azulejaria, quer para a olaria artística. Também a paisagem humana e suas tradições são temas fundamentais nas peças que executa.
Na exposição "As Artes Tradicionais de Santiago do Cacém" estão expostas duas peças desta artesã.
Citado de Santiago do Cacém - Palmo a palmo.

sábado, 10 de abril de 2010

Igreja de Santo André - Cercal do Alentejo

Na exposição "As Artes Tradicionais de Santiago do Cacém " pode ser apreciada uma maquete em miniatura deste monumento, elaborado por um artesão local.
Igreja do século XVI, possui uma torre sineira e um frontão do estilo barroco tardio, na fachada. No seu interior, é visível uma decoração do estilo manuelino.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Chita nas "Artes Tradicionais de Santiago do Cacém"

A actual exposição temporária tem patente ao público peças em chita com modelos actuais, da autoria de Ana Cristina Nunes.

Cestaria de Santiago do Cacém

Um cesto começa pelo fundo. O fundo define a forma e o tamanho do cesto. Do fundo parte a armação, a estrutura em torno da qual as mãos rudes do cesteiro vão construindo o pano, dando corpo ao cesto. A técnica apurada e a rapidez dos gestos na manufactura destes artefactos utilitários constituem uma arte, um velho ofício que teima em persistir...
Venha descobrir algumas destas peças na nossa exposição temporária "As Artes Tradicionais de Santiago do Cacém"!
Citado de: Palmo a Palmo, Santiago do Cacém, C.M. Santiago do Cacém/ DDET, 2ª. Edição, Agosto de 2004.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Registos de Santiago do Cacém

Artesanato de cariz religioso com origem nos conventos. Trata-se de um método muito próprio de decoração em torno de uma imagem religiosa.
Nazaré da Conceição Neto (Ermidas-Sado), dedica-se à confecção de registos, arte inspirada nos conventos do Alentejo. Cada peça é minuciosamente trabalhada, destacando a imagem de fundo através da decoração da estrutura que a envolve.
Citado de: Santiago do Cacém - Palmo a palmo;

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Artesanato de Santiago do Cacém

O Centro de Artes Tradicionais tem patente ao público até ao dia 3 de Maio a exposição temporária "As Artes Tradicionais de Santiago do Cacém"

terça-feira, 6 de abril de 2010

Vidros nas "Artes Tradicionais de Santiago do Cacém"

Jarras e outras peças em vidro, com decoração em massa, da empresa Pyramis de Santiago do Cacém, estão expostos no núcleo dedicado às Artes Decorativas locais.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

O Artesanato de Santiago do Cacém

O Artesanato de cariz rural encontra-se profundamente ligado à paisagem e aos recursos naturais. Baseia-se essencialmente na produção manual de objectos utilitários e na produção de objectos feitos à escala ou de imagens do quotidiano. São actividades económicas, culturais ou de lazer, geralmente praticadas nos tempos livres por artesãos que habitam no meio rural.
São normalmente actividades masculinas, em que o artesão intervém directamente em todas as fases da produção, desde a transformação da matéria–prima ao produto final, onde a aprendizagem dos ofícios tradicionais é feita dentro do meio familiar ou através de mestres. Citado de: Palmo a Palmo, Santiago do Cacém, C.M. Santiago do Cacém/ DDET, 2ª. Edição, Agosto de 2004.

Vidros nas "Artes Tradicionais de Santiago do Cacém"

No núcleo das artes decorativas da exposição temporária do Centro de Artes Tradicionais, encontramos peças em vidro, como é o caso deste prato da empresa artesanal "Artes Bia", sedeada no Cercal do Alentejo.

domingo, 4 de abril de 2010

Aviso

Avisamos os nossos visitantes que segunda-feira, dia 5 de Abril, o Centro de Artes Tradicionais vai estar excepcionalmente encerrado devido a tolerância pascal.

sábado, 3 de abril de 2010

Na exposição “As Artes Tradicionais de Santiago do Cacém” estão representados 55 artesãos e produtores, de diversas actividades:trapologia, cestaria, cerâmica, olaria, latoaria, rendas, bordados, tapeçaria, peças em madeira e cortiça, artigos em pele e couro, entre outras. Também as artes decorativas e os produtos tradicionais não foram esquecidos.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

No Alentejo há mais

O Centro de Artes Tradicionais também é aderente da campanha promocional do "Alentejo há mais", promovida pela nossa tutela - Turismo do Alentejo, E.R.T.
Basta vir dormir numa unidade hoteleira da região, também aderente, para ganhar uma caixinha cheia de surpresas... que lhe possibilitam descobrir museus ou desgustar de alguns sabores do Alentejo!!
Para mais informações, consulte http://www.noalentejohamais.com/

AS ARTES TRADICIONAIS DE SANTIAGO DO CACÉM

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Turismo do Alentejo, E.R.T. cria parcerias com Hotéis de Évora

A Turismo do Alentejo, E.R.T. criou parceiras com algumas unidades hoteleiras da cidade de Évora, de forma a possibilitar aos seus hóspedes o benefício de entradas livres durante a época baixa. Se vier visitar a nossa cidade, não se esqueça de perguntar sobre estes vouchers na recepção dos seguintes hotéis, para vir conhecer o nosso espaço gratuitamente: Hotel Ibis Hotel Mar de Ar Aqueduto e Muralhas Convento do Espinheiro Pensão Diana Residencial Rivieira Évorahotel Albergaria do Calvário Albergaria Vitória

quarta-feira, 31 de março de 2010

Inauguração da exposição temporária "As Artes Tradicionais de Santiago do Cacém"

O Presidente da Turismo do Alentejo, E.R.T António Ceia da Silva, na posse da palavre
Álvaro Beijinha, Vereador da Cultura da Câmara Municipal de Santiago do Cacém , na posse da palavra.

terça-feira, 30 de março de 2010

Inauguração da exposição temporária "As Artes Tradicionais de Santiago do Cacém"

A inauguração da exposição temporária “As Artes Tradicionais de Santiago do Cacém” decorre hoje, dia 30 de Março, às 16h30, no Centro de Artes Tradicionais/Antigo Museu do Artesanato- Celeiro Comum.
No âmbito da sua actividade de promoção turística, a Turismo do Alentejo, E.R.T., tem vindo a programar para o espaço do Centro de Artes Tradicionais, um conjunto de actividades de divulgação das potencialidades turísticas dos concelhos da região, divulgando assim entre os milhares de turistas que ocorrem anualmente a Évora, a oferta turística e cultural de toda a região, procurando induzir naqueles a vontade de conhecer in loco o restante território, idealmente no quadro de futuras visitas ao Alentejo.
O município de Santiago do Cacém ao aderir a esta iniciativa, concebeu a exposição temporária alusiva ao tema “As Artes Tradicionais de Santiago do Cacém”, como uma forma de promover o seu rico património etnográfico, resultado da concentração do maior número de artesãos de todo o Baixo Alentejo neste concelho.
Quem desejar pode vir assistir a este acto, ao qual se seguirá um Alentejo de Honra, com produtos regionais provenientes de Santiago do Cacém. A entrada é livre.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Câmara de Santiago de Cacém organiza a nova exposição temporária do Centro de Artes Tradicionais

O artesanato ou arte popular, como também, por vezes é designado, faz parte integrante da cultura que caracteriza e define a identidade de um povo, transmitindo de geração em geração um conjunto de tradições e saberes, de técnicas e formas de representar o mundo. No Concelho de Santiago do Cacém o artesanato estabelece uma ponte de ligação entre o mundo urbano e o mundo rural onde encontra matérias-primas e fontes de inspiração. Santiago do Cacém é considerado um dos concelhos com maior número de artesãos no Baixo Alentejo. Estes artesãos encontram-se distribuídos por todas as freguesias do concelho.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Opinião de visitantes à exposição "Presépios do Alentejo"

“Felicitations pelos presépios. Felicitações aos “artistas” à pessoa que organizou esta exposição e a todos os que me permitiram ver belos presépios, bem diferentes do que estou habituada a ver nas igrejas de Paris ” 10.12.2009 (O Filho Pródigo) “Como todas as exposições feitas com presépios da colecção do Sr. Major General Canha e Silva fiquei encantada. A exposição está bem organizada e com peças muito bonitas. A Amiga Feverónia” 10.12.2009 “É uma arte linda para verdadeiros apreciadores.” Ana Vinagre Lúcio 10.12.2009 Obrigado! Obrigado pela forma simpática, gentil, pela sensibilidade como perpetua a memória do artesão António Cunha, tão dignamente enquadrado nesta belíssima colecção de presépios – FELICIDADES e parabéns ao casal Fernanda e Fernando Canha da Silva. Teresa Cunha, Monforte – Alentejo Eu herdei todo o saber Do baú da minha avó A arte não pode morrer E a trabalhar não estou só. Obrigada por esta magnífica oportunidade e este excelente momento. Conceição Gadeiro – Gavião Extraordinária mostra de identidade regional de um “povo” de grande nobreza – o Alentejano. Partilho essa riqueza com a alma plena de alegria, como seu irmão pois sou português e pretendo continuar a sê-lo. Évora, 2009/12/30 Fernando Silveira Martins

quinta-feira, 25 de março de 2010

Capela dos Ossos de Campo Maior

Adjacente à Igreja Matriz de Campo Maior encontra-se a Capela dos Ossos, um monumento que data de 1766 e que foi construído em memória das vítimas da explosão de um paiol local em 1732.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Pelourinho de Campo Maior

Localizado na Praça da República em Campo Maior, este pelourinho do Séc. XVII está assente num soco escalonado de 4 degraus quadrangulares. Com base composta por plinto quadrado, escócia sobreposta de base com ábaco facetado em forma de campainha invertida e rematado por bocelão de perfil convexo duplo, facetado, possui um fuste octogonal decorado de molduras verticais formando painéis.
Este monumento, tem um capitel de coxim muito alto,octogonal, decorado de mascarões e folhas estilizadas, e ábaco de planta circular octogonal sobrepojado por uma esfera com decoração vegetalista e carrancas, da qual saem quatro ferros de sujeição recurvos. Sobre o globo, assente numa base quadrada, uma estátua figurando a justiça com a espada e a balança de ferro.
Citado de: Direcção Geral de Edifícios e Monumentos Nacionais Fonte: http://www.cm-campo-maior.pt/

domingo, 21 de março de 2010

Castelo de Campo Maior

Fortificação abaluartada: magistral de traçado abaluartado formando polígono irregular de 10 lados com alguns troços de cortina desaparecidos; flanqueando as cortinas e partindo do sector Sul e no sentido dos ponteiros do relógio, apresenta:
baluarte da Boa Vista
meio baluarte de São Sebastião
Portas da Vila
meio baluarte de Lisboa
meio baluarte do Curral dos Coelhos
baluarte de Santa Cruz
baluarte do Cavaleiro ou de São João
meio baluarte do Príncipe
baluarte da Fonte do Concelho
meio baluarte de São Francisco
meio baluarte de Santa Rosa e poterna
A fortaleza ainda possui o fosso e a contra-escarpa em boa parte da sua extensão, nomeadamente de S. a NE., bem como 4 revelins;
O castelo possui 2 das 6 torres, de planta rectangular; as muralhas, de planta trapezoidal, estão ameadas e possuem adarve que permitem a circulação completa passando pelas torres remanescentes; também estas torres estão ameadas e, tal como as das muralhas, possuem terminação tronco-piramidal com arredondamento no topo; qualquer das torres tem sala abobadada ao nível do adarve, possuindo a torre N. uma janela com decoração renascentista; para S. estendem-se as muralhas da cerca urbana da vila velha, formando, de forma grosseira, uma meia elipse com 7 torreões (6 com planta rectangular e 1 com planta octogonal, a NE., por onde se realiza a entrada);
Fortificação abaluartada: cortinas escarpadas de traçado abaluartado, com paramentos de alvenaria de pedra disposta à fiada e argamassa de cal; fosso e contra-escarpa construída com a mesma técnica utilizada nas cortinas; enchimento dos muros a pedra miúda e terra argilosa; obras exteriores à base de maciços de terra confinados por muros escarpados formando revelins.

sábado, 20 de março de 2010

Museu de Arte Sacra de Campo Maior

Reunindo cerca de 150 peças num conjunto de elevado interesse artístico e cultural, o Museu de Arte Sacra permite aos visitantes um encontro com a beleza, a arte, a história e a cultura cristã, constituindo um lugar de reflexão para todos os católicos.
Parte dos seus tesouros estão presentes na exposição temporária "Descobrir Campo Maior..." no Centro de Artes Tradicionais, até ao dia 27 de Março.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Museu do Café

Inaugurado em 1994, o Museu do Café da Nova Delta, nasceu da concretização do Comendador Rui Nabeiro, o fundador da Delta Cafés, em Campo Maior.
Estão patentes ao público na actual exposição temporária peças deste espaço museológico, que permite ao visitante descobrir a história do café e o surgimento da Delta Cafés e sua evolução até aos dias de hoje em Campo Maior.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Opinião de um visitante anglófano

Really good and easy to understand. Highly recommended! (Assinatura ilegível)

domingo, 14 de março de 2010

Opinião de um visitante italiano

Molto, molto bene! Sia l`ollest imensio de la parte didactica. Gracie, Pietro E. Piene Itália 26/08/2009

sábado, 13 de março de 2010

Opinião de um visitante francês

Félicitations pour cette remarquable exposition et ainsi merci de nous permettre de connaître la richesse de l`artisanat de l`Alentejo.
G.T de Paris 28/09/2009

sexta-feira, 12 de março de 2010

Opiniões de um visitante brasileiro

Exposição maravilhosa. Nunca vi tamanha riqueza em artesanato. Parabéns a todos que aqui trabalham ou trabalharam com o fim da valorizar o Alentejo. Muitos parabéns mais uma vez! M. Castro Afonso 17/10/2009

quinta-feira, 11 de março de 2010

Opiniões de uma turma universitária

Todos os anos trago um grupo de alunos de Português para Estrangeiros a visitar aquele que considero um dos melhores museus que conheço. Eles também gostam sempre! Muito obrigada, Isabel Pessoa Universidade Nova de Lisboa 14/11/2009

quarta-feira, 10 de março de 2010

Opiniões de amantes do Alentejo

Apreciei muito esta exposição. Esta região está de parabéns pela alegria que transmite em vários sentidos! 2/02/2010 Ana Fama - Coimbra

terça-feira, 9 de março de 2010

Opiniões de visitantes de uma turma eborense

Gostámos imenso de ver o Centro de Artes Tradicionais. É arte popular, tradicional, uma grande e importante marca na nossa história. É saber quem somos e a memória do nosso povo. Gostámos de ter a oportunidade de poder ver o que de bom tem a nossa região. É uma pena os costumes irem-se perdendo cada vez mais. Um bem haja, A turma do 10.º M de Aeronaves/Electromecânica da Escola Secundária Gabriel Pereira de Évora.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Opiniões de uma visitante

Ao longo desta semana vamos publicar alguns comentários dos nossos visitantes sobre o Centro de Artes Tradicionais e que nos deixam sempre orgulhosos:
I enjoyed your museum so much. To visit your museum enrich our interest in Portugal Astrid - Holanda