sábado, 10 de janeiro de 2009

Opiniões dos visitantes da última exposição temporária

No seguimento do texto publicado ontem, gostaríamos de divulgar algumas opiniões sobre a exposição temporára de "Redondo - Um Século de Barros":
Foi importante perceber que a apresentação com peças seleccionadas com prevalência da região do Redondo, permite aprofundar e distinguir a arte popular. Maria Macedo (7 de Agosto)

Parabéns ao Museu como lugar onde a cultura se mostra no pulsar das mãos e dos corações das suas gentes! Ao Dr. Carmelo Aires parabéns por possuir peças de uma beleza popular que tanto me encanta. Porque somos gente da mesma tribo no que toca a ajuntar, temos o ponto comum de coleccionar barralhofas! Tem lindas!! Maria José (Vila Fernando 16/07/2008)

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Resultados da última exposição temporária

Em 2008 o Centro de Artes Tradicionais dinamizou múltiplos projectos e actividades em torno do património artesanal. Findo este ano, destacamos aqui os resultados da exposição temporária dedicada à olaria do Redondo, que decorreu de 26 de Junho a 23 de Novembro de 2008, período em que o Centro de Artes Tradicionais recebeu 4.547 visitantes, sendo 3.068 nacionais e 1.479 estrangeiros.
Do total de visitantes, destacamos os seguintes segmentos: Crianças: 384; Estudantes: 315; Escolas:345; Idosos: 419;
No âmbito da exposição, promoveram-se actividades de artesanato ao vivo no Centro de Artes Tradicionais e na I Feira Internacional do Património, em Elvas, realizaram-se visitas guiadas, assim como várias visitas às olarias do Redondo, em colaboração com a Câmara Municipal do Redondo.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

O Centro de Artes Tradicionais tem muito para oferecer!

Além da exposição permanente "Marcas de Identidade", pode visitar no Centro de Artes Tradicionais a exposição temporária "Oficina da Terra. Dez Anos de Sorrisos em Barro", visualizar o nosso filme sobre o artesanato e o que o caracteriza no distrito de Évora.
Para quem se interessa pela temática, pode aprofundar os seus conhecimentos ao consultar os monopostos com spots exemplificativos de como se faz uma peça ou apenas conhecer os 500 artesãos recenseados em fichas informativas digitais.

O preço normal de entrada é de 2 euros, promovendo-se vários descontos:

Entrada Livre: Crianças até aos 12 anos, Escolas e Profissionais ligados ao Turismo em serviço (devidamente credenciados e no desempenho das suas funções).

Desconto de 50%: Estudantes, Idosos (a partir dos 65 anos), Excursões/Visitas organizadas e hóspedes do Hotel D. Fernando, em Évora.

Bilhete de Família: Famílias com dois ou mais filhos, 50% de desconto sobre o preço do ingresso de um dos pais acompanhantes ou do progenitor acompanhante.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

OPINIÕES DOS NOSSOS VISITANTES ESTRANGEIROS

Very fascinating, enjoyed seeing all the local handicraft. You have a lovely building to showcase theme and it is well laid out. Brad Stankieverl Alberta – Canadá
Una hermosa exposición de artesanía popular, de los mejores que hemos visto en nuestra vida. Almadena Martinez, Emilio e Javier Delso
Very informative exhibitions, beautiful see out and explained. We enjoyed it greatly. David e Caroline CooKe - Birmighan, U.K.
Nous avons adoré les reportages que nous avons pu comprendre puisque expliqués en Français. Il est vrai que cela donne envie de retourner à ces traditions anciennes qui paraissent procurer, beaucoup de sérénité à ceux qui les pratiquent. Jacqueline Jouques, France
It is a fantastic experience to look at all this handwork and workers. Salomon e Beithe Schachf – Dinamarca

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

OPINIÕES DOS NOSSOS VISITANTES NACIONAIS

O Centro de Artes Tradicionais cumpriu o seu primeiro ano completo, de 1 de Janeiro a 31 de Dezembro de 2008, pois em 2007 as portas se abriram em Setembro. Por este motivo, partilhamos hoje algumas opiniões dos nossos visitantes durante este período:
Parabéns pelo núcleo museológico e pela frescura e autenticidade da nossa arte popular. Alice Elfriede Nezeth
Quero apenas deixar presente o meu agrado pela exposição que aqui é apresentada de inestimável valor cultural, científico e sobretudo social. Os meus sinceros parabéns. João Torres Buquete

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Loja do Celeiro

Informamos os nossos visitantes que no início de Janeiro a Loja do Celeiro está temporariamente encerrada.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

FELIZ ANO NOVO

O Centro de Artes Tradicionais deseja a todos os seus visitantes, artesãos, colegas, apreciadores e defensores das artes e ofícios um Próspero Ano de 2009!
Hoje o Centro de Artes Tradicionais está encerrado ao público, mas amanhã cá estaremos todos para o receber! E nos restantes dias do ano de 2009! Com muitas actividades para surpreender os nossos visitantes!

sábado, 27 de dezembro de 2008

Novo Ano - Novo Email

Avisamos a todos que o Centro de Artes Tradicionais tem um novo endereço electrónico - cat.celeirocomum@turismodoalentejo-ert.pt

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Promoções na Loja do Celeiro

A partir de hoje e até ao fim do ano passe pelo seu Centro de Artes Tradicionais para aproveitar as promoções de 25% na Loja do Celeiro. É só até ao dia 31 de Dezembro!

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

FELIZ NATAL

O Centro de Artes Tradicionais deseja a todos votos de um Santo e Feliz Natal! Hoje estamos encerrados ao público mas amanhã cá estaremos de portas abertas para o receber!
Até lá deixamos a imagem de um presépio existente na exposição temporária "Oficina da Terra. Dez anos de sorrisos em barro"
Presépio do beijinho, 2002 Évora, Tiago Cabeça e Magda Ventura Cerâmica e tinta acrílica Colecção Fernanda e Fernando Canha da Silva

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Reportagem sobre o Centro de Artes Tradicionais no Parlamento Global

Rute Lacerda, jornalista da Sic produziu em Outubro uma reportagem sobre o Centro de Artes Tradicionais, cujo link deixamos no nosso blog para quem desejar visualizar um pequeno filme exemplificativo deste espaço museológico!

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Imagens do Concerto de Natal do Centro de Artes Tradicionais

O Sr. Adelino Ribeiro, responsável pelo Grupo Infantil dos Assentos, no uso da palavra.
Crianças do Grupo a cantar temas natalícios. Assistência presente no Concerto de Natal promovido pela Turismo do Alentejo

sábado, 20 de dezembro de 2008

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Actuação do Grupo Infantil dos Assentos

Para quem não pôde estar presente no Concerto de Natal do Centro de Artes Tradicionais, deixamos aqui um breve vídeo de uma das canções do Grupo Infantil dos Assentos.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

CONCERTO DE NATAL DE 2008

Esta noite, pelas 21 horas celebramos o Natal no Centro de Artes Tradicionais com as maravilhosas vozes das crianças do Grupo Infantil dos Assentos e mais 61 espectadores!!!

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

AMANHÃ VENHA ASSISTIR AO CONCERTO DE NATAL

A Turismo do Alentejo celebra a quadra natalícia com a apresentação de um Concerto de Natal a realizar amanhã à noite no Centro de Artes Tradicionais, em Évora. A actuação, com entrada livre, ficará a cargo do Coro Infantil dos Assentos. Constituído por 35 crianças, este grupo de Portalegre irá apresentar ao público músicas alusivas à época natalícia, cumprindo os seus objectivos de promoção e divulgação da música coral e instrumental.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

GRUPO INFANTIL DOS ASSENTOS

O Coro Infantil dos Assentos – Portalegre tem efectuado concertos em diversas localidades, com uma maior incidência no distrito de Portalegre, donde se destacam pela sua importância os Concertos de Natal na Sé de Portalegre, a Feira de Gastronomia do Crato, 2nd European Thematic Conference-Food is Cultural Heritage e Concertos de Reis nomeadamente na Presidência da República em 6 de Janeiro de 2005, a Sua Excelência o Senhor Presidente da República Portuguesa Dr. Jorge Sampaio e esposa.
O Coro Infantil dos Assentos participou também em encontros de Coros Infanto-Juvenis em Alcácer do Sal, Aradas/Aveiro, Comenda/Gavião, Espinhel/Águeda, Faro, Golegã, Lagos, La Codosera/Espanha, Ourém, Rio Tinto, Setúbal e Vila Real.
Venha assistir à sua actuação em Évora, no Centro de Artes Tradicionais, é já no dia 18 deste mês, pelas 21 horas.
Citado: CIAPTG

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

CONCERTO DE NATAL NO CENTRO DE ARTES TRADICIONAIS

O CORO INFANTIL DOS ASSENTOS, de Portalegre, vem actuar no Centro de Artes Tradicionais na quinta-feira, dia 18 de Dezembro, às 21 horas. Venha celebrar connosco o Natal! A entrada é livre.
O Coro Infantil dos Assentos, de Portalegre, é constituído por um conjunto de 35 crianças, com idades compreendidas entre os 5 e os 17 anos. Criado em 2004, tem como objectivo promover e divulgar a música coral e instrumental, a intervenção social, o apoio à infância e juventude, a promoção de actividades lúdicas, desportivas, recreativas, culturais e educativas, encontrando-se também a promover a construção da sua sede social.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO

Hoje, dia 8 de Dezembro, é o Dia da Imaculada Conceição da Virgem St.ª Maria, Padroeira de Portugal. Para celebrar este feriado nacional, deixo-vos a imagem de uma peça da nossa exposição temporária "Oficina da Terra. Dez anos de sorrisos em Barro".
Nossa Senhora da Conceição, 2008 Évora, Tiago Cabeça e Magda Ventura Cerâmica e tinta acrílica Colecção Conceição Bismarck

domingo, 7 de dezembro de 2008

OS PRESÉPIOS NA EXPOSIÇÃO TEMPORÁRIA

Também na exposição temporária do Centro de Artes Tradicionais temos um núcleo dedicado aos Presépios.
A Oficina da Terra tentou promover Évora como a "Cidade do Presépio" através de exposições na Igreja de S. Vicente em Dezembro de 2004, 2005 e 2006, incluindo artistas convidados. Este projecto foi uma tentativa de continuidade a uma primeira grande Exposição de Presépios "Entrai pastores entrai", promovida pelo Rotary Clube de Évora e pelo casal Canha da Silva, em 2002.
Presépio do beijinho (Miniatura), 2008 Évora, Tiago Cabeça e Magda Ventura Cerâmica e tinta acrílica Colecção Oficina da Terra

sábado, 6 de dezembro de 2008

PRESÉPIO DE VIANA DO ALENTEJO

A produção de olaria de Viana do Alentejo é conhecida pela manufactura de peças utilitárias de grandes dimensões, bastante resistentes e vidradas, como os grandes alguidares para a preparação de alimentos para as cozinhas conventuais.

Mas a partir dos anos 60, com a criação de uma Escola Técnica em Viana do Alentejo, surge neste centro oleiro peças escultóricas, de cores variadas, que representam motivos tradicionais de forma inovadora. Ao apostar na aproximação de linhas dinâmicas e modernas, esta Escola introduziu a técnica de faiança e estimulou oleiros como João Pacheco.

Como estamos a aproximar-nos da época natalícia, não deixe de visitar este núcleo da exposição permanente do Centro de Artes Tradicionais para desfrutar dos seus alegres presépios.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

OS PRESÉPIOS DE VIANA DO ALENTEJO NA EXPOSIÇÃO PERMANENTE

Em 1977, existiam em Viana do Alentejo as olarias de António Agostinho, Feliciano Agostinho, João António Narciso, Manuel António Destapado, Francisco Narciso Lagarto e Ricardo Francisco Marcelino, produzindo essencialmente louça utilitária. Com um funcionamento irregular funciona na vila uma Escola Técnica, responsável pelo incentivo da realização de peças criativas e pela introdução da técnica de faiança, uma produção conhecida no Alentejo, apenas na existência efémera da Fábrica de Estremoz.
Dessa produção dos anos sessenta e setenta destaca-se o trabalho de João Pacheco, que para além das peças tradicionais, dedicou-se a execução de esculturas de barro, com um colorido muito pessoal. Nos seus presépios em estruturas denota a aproximação das linhas dinâmicas e modernas.
PRESÉPIO Cerâmica Vidrada Viana do Alentejo. João Pacheco, c.1962-1965 CAT 630.CER Altura: 18 cm X Largura: 12 cm X Comprimento: 20 cm Citado: Catálogo da exposição permanente "Marcas de Identidade"

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

OS PRESÉPIOS DE CORTIÇA NA EXPOSIÇÃO PERMANENTE

Estamos em Dezembro e o Natal está a chegar! Fuja da azáfama das compras e passe pelo Centro de Artes Tradicionais para descobrir os vários presépios existentes na exposição permanente "Marcas de Identidade".
Pastor e trabalhador rural nascido em Arraiolos, Ambrósio José Portalegre (c.1923 - c.1985), que nas horas vagas se dedicava a trabalhos de escultura em cortiça, passou, por volta dos anos cinquenta, a dedicar-se exclusivamente à produção de esculturas em cortiça.
Em 1952, faz a sua primeira apresentação pública de trabalhos, com a participação no concurso organizado pela Fundação Nacional para a Alegria do Trabalho - organismo criado pelo Estado Novo para estimular o desenvolvimento físico e cultural das classes trabalhadoras -, onde recebeu o quinto prémio com um extenso conjunto de figuras que ilustravam todos as fases da cultura do trigo e da manufactura da farinha. Dez anos passados, o reconhecimento público atinge o auge quando participa no concurso-exposição dos Jogos Florais do Trabalho, onde é galardoado com o primeiro prémio.
A extensa obra de Ambrósio Portalegre caracteriza-se pela utilização de um único material, a cortiça, submetida a um processo prévio de cozedura, minuciosamente trabalhada com o auxílio de facas e navalhas. As miniaturas recriam os mais variados aspectos do mundo rural, seja do trabalho ou das actividades de lazer e denotam uma certa nostalgia de ordem e harmonia, na perfeita distribuição espacial dos objectos, nas referências perfeitamente correctas da utilização de cada um dos utensílios, nos trajes completos e adequados do trabalhador rural, do pastor, da ceifeira, do moleiro. São a reprodução de um tempo abstracto e intemporal, idealizado a partir de um olhar etnográfico, e também a explicitação de um lugar definido para o trabalho do artista popular, a quem cumpre reproduzir e devolver à sociedade a imagem ideal de uma ruralidade pacífica, bucólica e trabalhadora - em consonância com os ideais veiculados pelo Secretariado de Propaganda Nacional.
O interesse suscitado pela cultura popular, nos ideais pós-revolucionários do 25 de Abril, promoveu uma releitura do trabalho de Ambrósio Portalegre, mas, desta vez, são entendidos como a visão particular de uma classe social, e o interesse centra-se preferencialmente na biografia do artesão, ponto de partida fundamental para a elaboração das suas esculturas, sublinhadas como representações do trabalho rural, realizadas em condições adversas, numa ordem social injusta. Vê-se na obra de Ambrósio Portalegre um trabalho de memória e resistência cultural, de reapropriação da capacidade de funcionar como agente de cultura.
Citado: Catálogo da exposição permanente "Marcas de Identidade".

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

CABAZ DE NATAL NA LOJA DO CELEIRO

Outro cabaz de Natal preparado pela Loja do Celeiro é dedicado ao vinho. Pelo preço de 25 €, pode deliciar-se com os seus aromas. Passe pelo Centro de Artes Tradicionais, onde pode visitar as nossas exposições de artesanato do Alentejo e conheça o que a nossa loja tem para oferecer de melhor aos seus na época natalícia.
VINHO Vinho tinto e nacarado, rosé frutado e doce ou branco cintilanete, todo o vinho é celebrado! No Natal com a família, à mesa da consoada, festeja-se com bom vinho a ceia abençoada! CITADO: MONTE / ACE

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

COMPRE O SEU CABAZ DE NATAL NA LOJA DO CELEIRO

A Loja do Celeiro, gerida pela Associação de Desenvolvimento Local MONTE/ ACE, preparou este ano um cabaz de Natal para os visitantes do Centro de Artes Tradicionais e apreciadores daquilo que o Alentejo tem de melhor para oferecer. Hoje divulgamos no nosso blog o CABAZ DE AZEITE, que está à venda por 30 €.
O horário da Loja do Celeiro é idêntico ao do Centro de Artes Tradicionais, das 9.30 às 12.30 e das 14.00 às 18.00 horas, encerrando ao público às Segundas-feiras.

AZEITE

Pela boca, o azeite nos leva à mesa dos comensais, chocolate perfumado, sonhos, azevias de comer e chorar por mais...

CITADO: MONTE/ ACE.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

TALHA "DA RESTAURAÇÃO"

1 de Dezembro, feriado nacional que comemora a Independência da Restauração. O Centro de Artes Tradicionais não quer deixar passar este dia sem vos falar da nossa peça mais antiga existente no espólio - uma talha, datada do ano de 1640, ano importante na história de Portugal.

Desconhece-se a proveniência da talha, que tem no colo, próximo ao gargalo, o esgrafito com o cronograma de 1640. São Pedro do Corval, até 1948, designada por Aldeia do Mato, especializou-se no século XIX, entre os centros oleiros da região, na produção de grandes vasilhames.

Talvez que uma das vantagens dessa localização fosse a facilidade em reunir a lenha necessária para o funcionamento dos grandes fornos, que ainda hoje são um importante património industrial e arquitectónico que é urgente preservar.

È bom lembrar que as maiores talhas poderiam chegar a medir dois metros e meio de altura, a pesarem 700 a 800 quilos e levarem até 3000 litros de vinho (Moniz, 1990:99).

A sua utilização como contentor de vinhos em adegas recua, pelo menos, aos finais do século XV, e para esse fim eram revestidas no interior com uma camada de pez e possuíam um furo circular na base para a colocação de uma torneira.

Talha

São Pedro do Corval (?), 1640 CAT 470.CER Altura: 148 cm x diâmetro máximo 103 cm x diâmetro da base: 24,5 cm

Foto: Manuel Ribeiro.

Citado: Catálogo da exposição permanente "Marcas de Identidade".

domingo, 30 de novembro de 2008

À procura de um corpo

As peças "À procura de um corpo" estiveram patentes na primeira exposição de Tiago Cabeça, conjunta com a pintora sua amiga Marta Rego, no Posto de Turismo de Évora, em Março de 1999.
Como a Magda Ventura ainda não pintava, esta exposição só tinha peças sem cor. No entanto, o seu sucesso foi visível porque a Oficina da Terra vendeu tudo.
Conforme pode ver pela imagem, no Centro de Artes Tradicionais temos uma peça exposta na primeira exposição do artesão /artista Tiago Cabeça, pertencendo ao núcleo "Primeiros Anos".
À procura de um corpo, 1999 Évora, Tiago Cabeça e Magda Ventura Cerâmica Colecção Ana Maria Silva

sábado, 29 de novembro de 2008

Os primeiros anos da Oficina da Terra

Tiago Cabeça começou a trabalhar o barro em 1998.
Passou pela Olaria Guimarães & Velho, em Corval, e no ano seguinte, organiza a primeira exposição “À procura de um corpo” no Posto de Turismo de Évora.
Face ao sucesso, e agora com Magda Ventura a pintar as peças, surge uma segunda exposição, esta já individual, retratando o episódio bíblico da Paixão de Jesus Cristo.
Este outro sucesso acaba “transportado” para fora da cidade de Évora. Desde o início com um cunho muito próprio a “Oficina da Terra” surge como marca registada.
Cristo nú, 2000 Évora, Tiago Cabeça e Magda Ventura Cerâmica, madeira e tinta acrílica
Colecção Maria Antónia Fernandes

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Peças da Oficina da Terra

Na exposição "Oficina da Terra. Dez anos de Sorrisos em Barro", que estará patente ao público até Maio de 2009 no Centro de Artes Tradicionais, pode apreciar-se a evolução artística do Atelier da cidade de Évora, o qual é responsável pela criação de esculturas em barro, peças com alma e personalidade, desde 1998.
A peça na imagem, o "Viking" foi das primeiras feitas por Tiago Cabeça, que começou a trabalhar o barro por “acidente”, em 1998.
Viking, 1998 Évora, Tiago Cabeça e Magda Ventura Cerâmica e tinta acrílica
Colecção Maria Antónia Fernandes

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Oficina da Terra. Dez anos de sorrisos em barro

A exposição “Oficina da Terra. Dez anos de sorrisos em barro” reúne várias peças de coleccionadores particulares, algumas delas premiadas nacional e internacionalmente, o que exemplifica a importância dos jovens artesãos, Tiago Cabeça e Magda Ventura na revitalização das artes tradicionais.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Inauguração da exposição temporária "Oficina da Terra. Dez anos de sorrisos em barro"

Presidente da Turismo do Alentejo E.R.T, Dr. Ceia da Silva, no uso da palavra durante a inauguração da exposição.
O artesão Tiago Cabeça na visita guiada que fez logo a seguir à inauguração oficial da exposição, que celebra os seus dez anos de trabalho, mais os de Magda Ventura.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Centro de Artes Tradicionais inaugura hoje nova exposição

A nova exposição do Centro de Artes Tradicionais, organizada em colaboração com a Oficina da Terra, tem como principal objectivo divulgar o artesanato contemporâneo, através de uma retrospectiva dos dez anos de trabalho dos jovens artesãos, Tiago Cabeça e Magda Ventura.
Este atelier da cidade de Évora é responsável pela criação de esculturas em barro, peças com alma e personalidade, que são um exemplo da revitalização das artes tradicionais.
Venha conhecer estas peças e a história por trás delas, ao assistir à visita guiada pelo artesão Tiago Cabeça, hoje pelas 18 horas.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Inauguração de exposição temporária dedicada ao artesanato contemporâneo

OFICINA DA TERRA. DEZ ANOS DE SORRISOS EM BARRO
A partir de amanhã o Centro de Artes Tradicionais/ Antigo Museu do Artesanato – Celeiro Comum, terá patente ao público uma nova exposição temporária, intitulada Oficina da Terra. Dez Anos de Sorrisos em Barro, que será inaugurada ”, pelas 18h00.
Venha assistir à inauguração e participar numa visita guiada pelo artista/ artesão Tiago Cabeça. A entrada é livre.

domingo, 23 de novembro de 2008

Último dia da exposição "Redondo - Um Século de Barros"

Termina hoje a exposição do Centro de Artes Tradicionais dedicada à olaria do Redondo, aproveite este dia de domingo e venha visitar o nosso espaço, se ainda não teve oportunidade para o fazer!

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

ÚLTIMOS DIAS DA EXPOSIÇÃO "UTENSÍLIOS TRADICIONAIS DE CULINÁRIA"

Se ainda não conseguiu visitar esta exposição de curta duração, não deixe de passar pelo Centro de Artes Tradicionais. Esta encontra-se patente até ao próximo domigo, dia 23 de Novembro.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Peças da Olaria Mufla

Na olaria Mufla vários são os motivo decorativos que podemos encontrar nas suas peças, como a inspiração nas coloridas mantas de Reguengos de Monsaraz.
Encontrando-se também a técnica do raspado, das mais antigas de São Pedro do Corval. Esta técnica decorativa já não é muito utilizada por ser mais demorada do que a pintura. A peça leva um banho de caulino e tal como o nome indica, o desenho é feito através da raspagem.
A D. Gina contou-nos que estas peças, de cores fortes, surgiram inicialmente para oferecer às suas filhas mas devido ao seu sucesso começou a reproduzir em série esta decoração, pintada no torno.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Olaria Mufla

Na Olaria Mufla encontramos o oleiro Paulo Cardoso a trabalhar na roda, um dos rodistas mais novos em São Pedro do Corval.
Fomos recebidos pelo senhor Amilcar Dançante, proprietário da olaria, que estava a decorar peças conforme uma tradição antiga deste centro oleiro, das "bolinhas" utilizando uma cana e caulino. No interior da Olaria Mufla, estava a esposa do senhor Amilcar, a D. Gina, que orgulhosamente contou ao grupo que é filha de oleiro mas que não conheceu o trabalho do seu pai por toda a família migrar para Lisboa enquanto ela era criança .
A D. Gina trabalha na pintura das peças como forma de se abstrair, tendo voltado à terra mais o seu marido, quando o colégio onde os dois davam aulas encerrou.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

OLARIA GUIMARÃES E VELHO

A olaria Guimarães e Velho tem cerca de 50 anos, e no seu quintal o oleiro ainda tira o barro para fazer peças utilitárias em São Pedro do Corval. Existem dois fornos a lenha, sendo ainda hoje um utilizado, como pode visualizar por esta fotografia, onde as peças vão-se acumulando até encher o forno. O senhor Orlando Guimarães estava na sua olaria a fazer pequenos potes de mel na roda, peças que escoa para o Algarve e outras zonas do país. Este oleiro também faz peças grandes mas diz que já não têm tanta saída como há uns anos, os cântaros já não são utilizados por causa das garrafas de água e os alguidares por causa dos plásticos.

domingo, 16 de novembro de 2008

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Telefone para o 266 77 12 12 até às 12h30!

Se pretende participar na visita às olarias de São Pedro do Corval de amanhã de manhã, contacte o Centro de Artes Tradicionais até ao final da manhã de hoje!
Venha connosco descobrir como os oleiros moldam o barro, como decoram as peças e a forma como o cozem! Basta telefonar para o Centro de Artes Tradicionais, que o transporte é gratuito.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Está a terminar o prazo de inscrição para as visitas às olarias de São Pedro do Corval

Dia 15 de manhã venha connosco visitar as olarias de São Pedro do Corval. Já só tem até amanhã de manhã para se inscrever (aceitamos inscrições para o 266 77 12 12 até às 12.30h).
Para quem ainda está indeciso, deixo-vos um breve texto sobre a história deste importante centro oleiro do país:
São Pedro do Corval, localidade vizinha de Monsaraz, vila de que existem referências de olaria no foral afonsino de 1276 e no foral manuelino de 1 de Junho de 1527, sobre o pagamento de dízimo aos que vierem para vender escudelas de pau e doutra louça de forno.
Esta actividade foi continuamente protegida ao longo dos séculos, como demonstra a Postura da Câmara Municipal de Monsaraz, de 1761, regulamentando a actividade dos oleiros de louça e ladrilho, cada um faça suas fornadas de louça ca vendão ao povo pela taxa da Câmara.
Solange Parvaux pôs a hipótese deste centro oleiro ter origem na migração dos oleiros vindos do Redondo, durante os séculos XV e XVI, atraídos pela qualidade da matéria – prima da Aldeia do Mato (designação de São Pedro do Corval até 1948), devido à existência de apelidos comuns de oleiros das duas comunidades nos Anuários Comerciais de 1905 e de 1960.
Fonte: Tese de mestrado "Um Gabinete, um Museu, um Centro de Artes Tradicionais..."

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Assadeira

A assadeira (ou forma de bolos) é um utensílio culinário utilizado no preparo de diversos alimentos, tanto doces como salgados, onde se coloca uma massa para ser assada (ou cozida) no forno.
Há assadeiras de vários formatos e tamanhos, rectangular e oval, conforme pode descobrir na exposição. Ambas pertencem ao coleccionador António Pestana de Vasconcelos.
Fonte: Wikipédia.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Chaleira

A chaleira é um utensílio culinário que, ao contrário do que o nome parece indicar, não foi idealizada para nela se preparar chá, mas apenas para aquecer água que pode ser utilizada para fazer chá, café ou qualquer outro alimento, bebida ou uso para água quente, porque normalmente, o chá é preparado e servido num bule.
A chaleira tradicional, como a existente na exposição "Utensílios tradicionais de culinária" (ver imagem do dia 8 de Novembro) é um recipiente de metal com a forma de um cilindro baixo com uma tampa no topo e um bico lateral. Este utensílio foi desenhado para aquecer água colocando-se sobre uma boca de fogão.

Chaleira

Cobre

Colecção José Manuel Pestana de Vasconcelos

Fonte: Wikipédia.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Frigideira

A frigideira, ou sertã, é um utensílio usado na cozinha para fritar alimentos (no lado esquerdo da imagem). Normalmente com a forma de um prato pouco fundo e com uma ou duas pegas. Existem frigideiras diferentes para vários tipos de fritura, sendo cada uma utilizada para determinados tipo de alimento. Numa extremidade possui uma extensão, em metal, revestido com material especial que não transmite calor, para movimentá-la ao fogo.
Frigideiras
Cobre e metal amarelo
Colecção António Pestana de Vasconcelos Fonte: Wikipédia.

domingo, 9 de novembro de 2008

Tigelas

As tigelas, na parte superior da prateleira, conforme pode visualizar na imagem, são dos utensílios culinários mais simples e dos mais utilizados na cozinha. Geralmente sem tampa, nem pegas, as tigelas são recipientes de forma aproximadamente hemisférica, que servem para separar ou misturar os alimentos a cozinhar; também se usam para guardar ou servir à mesa alimentos, saladas ou doces.
Tigelas Cobre Colecção António Pestana de Vasconcelos Fonte: Wikipédia.