terça-feira, 11 de maio de 2010

A SAÚDE DE ONTEM E HOJE NOS BONECOS DE ESTREMOZ

O cirurgião e o doente, anos 80
Irmãs Flores, Estremoz
Enfermeira, 2007
Maria Luísa da Conceição, Estremoz

Aviso

O Centro de Artes Tradicionais encerra dia 12 de Maio, quarta-feira, antecipando-se extraordinariamente a tolerância papal para que todos os que não podem ir a Fátima possam visitar o nosso espaço na quinta-feira, 13 de Maio.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Trabalhos em cortiça de Elvas

Peças da Artipel na exposição temporária "Elvas, a cidade fortaleza"

ASSOBIOS DE ESTREMOZ

Na barrística de Estremoz, podemos encontrar os famosos assobios, brinquedo popular, mais conhecido como “brinquinho” ou “mimo”. Na colecção do Centro de Artes Tradicionais temos vários exemplares, agora expostos nas "Reservas de Bonecos de Estremoz"

domingo, 9 de maio de 2010

Ser golfista no Alentejo

O golfista, 2007
Maria Catarrilhas Pires, Estremoz

sábado, 8 de maio de 2010

OLARIA ALFACINHA, ESTREMOZ

A exposição do Mundo Português, celebrada em 1940, veio dar visibilidade ao trabalho de Mariano da Conceição e alimentar uma longa tradição familiar, que se estende até aos dias de hoje.
No labor de Sabina Santos é patente a continuidade da galeria de personagens representadas pelo irmão, e também um aprofundar na estilização dos personagens.
Desse largo repertório fazem parte imagens de culto, os presépios, e os personagens citadinos explicitamente associados à festa como a Banda de Música e o Sargento no Jardim.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Conversa temática "Pão com Azeitonas"

Na conversa temática realizada no Centro de Artes Tradicionais, no âmbito da Gastronomia Mediterrânea ficamos a saber que o Pão com azeitonas é tipicamente alentejano.
O Pão, feito de cereais, composto de hidrato de carbono, é um alimento que é pobre em gordura. O pão não engorda, o que engorda é o que acompanhamos. Tanto o miolo como a côdea é um alimento base.
Encontramos no mercado vários tipos de pães: Pão Escuro- Mistura de farinha refinada com fibra; Pão Branco- com farinha mais refinada; Pão Integral- com grão integral, é o pão com maior quantidade de fibra;
Sobre as azeitonas, o Dr. Baeta explicou que este é um alimento saudável, apesar de cada 100 g. de azeitonas dar em média 200 calorias.
O único óleo vegetal que é feito de fruto, da oliveira da azeitona é o azeite, sendo 95% produzido na Europa.
Consumido desde há muitos anos, o azeite pode ser usado de todas as maneiras. O mais antigo documento produzido com referência ao azeite data de 1555. Referência indicada por Eduardo Lisboa, que acompanhou a conversa do "Pão e azeitonas", conforme pode ver na imagem do lado.
aaaa mdn ppoif

terça-feira, 4 de maio de 2010

Pão e Azeitonas no Centro de Artes Tradicionais

O Centro de Artes Tradicionais vai oferecer no seu espaço a conversa temática "Pão e Azeitonas", aliando-se desta forma a uma iniciativa organizada pela sua tutela - a Turismo do Alentejo, E.R.T. , responsável pelo Congresso de Gastronomia Mediterrânica, a decorrer na cidade de Évora durante a presente semana. A conversa temática, da responsabilidade da Confraria da Dieta Mediterrânica, será apresentada pelo Dr. Carlos Baeta, pelas 18 horas, amanhã, dia 5 de Maio. A entrada é livre.
Para saber mais informações sobre esta e outras actividades, consulte o site http://www.alentejodasgastronomiasmediterranicas.com/

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Último dia da exposição temporária!

Hoje é o último dia da exposição temporária "As Artes Tradicionais de Santiago do Cacém". Não perca a última oportunidade de visitar esta exposição do artesanato do litoral alentejano!

domingo, 2 de maio de 2010

Trapologia de Santiago do Cacém

A comodidade e a harmonia são características imprescindíveis na casa alentejana. Os trabalhos manuais, feitos com toda a minuciosidade e carinho por dezenas de artesãos, contribuem para o embelezamento do lar. Encontramos por todo o concelho, homens e mulheres que ocupam as horas vagas confeccionando rendas, bordados, tapetes e mantas de retalhos, arranjos florais em folha de milho, molduras em cortiça e os demais variados objectos que decoram a típica casa alentejana.
Citado de: Palmo a Palmo, Santiago do Cacém, C.M. Santiago do Cacém/ DDET, 2ª. Edição, Agosto de 2004.

sábado, 1 de maio de 2010

Alcomonias e Rebuçados de Pinhão e Mel de Santiago do Cacém

Doce tradicional, confeccionado com farinha torrada, açúcar amarelo ou mel, pinhão e água. Destes ingredientes cozinhados num tacho de cobre, resulta uma massa compacta que se estende e se corta em forma de pequenos losangos. As alcomonias são confeccionadas principalmente nas zonas da Lagoa de Santo André e de Santa Cruz. Tudo leva a crer que a origem deste doce remonta ao período de ocupação árabe, quer por se apresentar em forma de losango quer pelos ingredientes usados e principalmente pelo seu nome « Alcomonia». De confecção semelhante às alcomonias, os rebuçados de pinhão e mel apresentam-se embrulhados em coloridos papéis. Em Santa Cruz e Ademas estas especialidades são produzidas pelas senhoras Leonilde Parreira, Maria Candeias e Maria Marques Citado de: Palmo a Palmo, Santiago do Cacém, C.M. Santiago do Cacém/ DDET, 2ª. Edição, Agosto de 2004.

AVISO

O Centro de Artes Tradicionais encerra hoje, feriado do Dia do Trabalhador. Como domingo é dia de descanso semanal, voltamos apenas a abrir ao público na próxima segunda-feira - 3 de Maio.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Casa típica nas "Artes Tradicionais de Santiago do Cacém"

Na exposição temporária do Centro de Artes Tradicionais pode apreciar peças que nos lembram o litoral alentejano, como é o caso desta casa típica da região de Santiago do Cacém, executada por Júlio Pereira.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

O Pastor e a Ceifeira

Isaurinda Pereira possui vários bonecos seus na exposição "As Artes Tradicionais de Santiago do Cacém", como é o caso deste casal que trabalha no campo, a ceifeira e o pastor.
Venha apreciar estas peças! Tem ainda esta semana, por estar a terminar o prazo da nossa temporária.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Miniaturas de Santiago do Cacém

Miniaturizar o real define-se como um acto comum a todas as culturas, sob a forma de representação de memórias quotidianas e signos, numa escala facilmente apreensível e manipulável.
O trabalhador rural ou artífice idoso, encontra-se com as suas vivências na construção de miniaturas, expressando, através delas, memórias e sentimentos ligados a toda uma vida de trabalho e ao seu próprio imaginário.
Ao fazer miniaturas de alfaias e de cenas da vida rural, o artesão revive e revisita o passado, esforçando-se por representá-la com toda a perfeição e realismo, mesmo que a sua execução demore « toda uma vida».
Por todo o concelho de Santiago do Cacém, podemos apreciar exemplos de excepcional qualidade fabricados em madeira e cortiça, esculpidos ou recordados a canivete.
Tratam-se de formas de expressão que representam memórias únicas e irrepetíveis.
Citado de: Palmo a Palmo, Santiago do Cacém, C.M. Santiago do Cacém/ DDET, 2ª. Edição, Agosto de 2004.

Os lavradores de Isaurinda Pereira

Um outro casal de bonecos executados pela artesã Isaurinda Pereira é o da imagem superior. A artesã gosta de etiquetar as suas peças, assentes numa placa de xisto, assinado-as e acrescentado uma breve descrição sobre as mesmas: Lavrador com capote, calça de saragoça e corrente de ouro a prender o relógio; Lavradora com traje de lavradora rica com cordão de ouro e xaile.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Peças de Isaurinda Pereira na exposição temporária

Isaurinda Pereira é mais uma artesã que possui peças em exposição na actual temporária "As Artes Tradicionais de Santiago do Cacém". Dedicando-se à trapologia, na sua loja "Arte e Traje" em Santo André, gosta de executar de bonecos e recriação dos trajes típicos locais.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Peças de Fernando Protássio na exposição temporária

Fernando Protássio, residente no Cercal do Alentejo, concelho de Santiago do Cacém tem algumas carroças em miniatura feitas por si na exposição temporária "As Artes Tradicionais de Santiago do Cacém". Venha ao Centro de Artes Tradicionais conhecer o trabalho deste artesão até ao dia 3 de Maio!

domingo, 25 de abril de 2010

Ceramistas de Santiago do Cacém

Isabel Maria Ramos (Cercal do Alentejo), artesã de profissão, dedica-se à azulejaria. Para além da execução de painéis, aplica os azulejos que pinta nas mais diversas peças de uso quotidiano como tabuleiros, caixas, mesas, carros de chá, etc.
Leva muito a sério a arte que pratica pelo puro prazer que esta lhe dá. Gosta de desafios e por isso escolhe técnicas difíceis como o enchimento e a escavagem que aplica na execução dos trabalhos. Guida Pereira e Guida Inácio (Santo André), artesãs ceramistas, aplicam, nas peças que elaboram, um conjunto de técnicas aprendidas em cursos de formação. Na cerâmica moderna usam, para além de outras, a técnica Rakú.
Na confecção de cerâmicas tradicionais preferem modelos e técnicas do século XVII. Aplicam a técnica da corda seca em diversos trabalhos de azulejaria. Nos trabalhos que executam, predominam diversas tonalidades de azul e amarelo. Ana Paula Lança (Ermidas-Sado), considera-se uma artesã autodidacta mas com preocupações comerciais, tem gosto pela arte mas não fica por aí: tem tentado divulgar esta forma de artesanato através de acções de formação profissional. Dos principais motivos que pinta nas peças de cerâmica que executa, destacam-se o monte alentejano com o sobreiro ou a azinheira.
Carla Esteves e Elsa Caldeira (Santo André), partilham o gosto e o interesse pela cerâmica e pela azulejaria, dedicando os tempos livres à confecção de peças que cativam pela originalidade e bom gosto. António Loução de Matos, filho e neto de oleiros, cedo aprendeu esta arte. Depois deixou-a e seguiu outra vida profissional, mas os últimos quinze anos dedicou-os exclusivamente a este ofício, dando continuação a uma tradição familiar na manufactura de peças tradicionais de carácter utilitário. Infusas, panelas, tabuleiros, assadores, alguidares, potes, quartas e palmatórias são moldadas na roda de oleiro, antes de serem cozidas no forno. A sua olaria, no Cercal do Alentejo, tenta adaptar-se aos novos tempos e a um novo público que busca na olaria tradicional o contacto com o barro associado à beleza das formas.
Nazaré da Conceição Neto (Ermidas-Sado), começou por brincadeira, a pintar porcelana, depois decidiu fazer rumo a uma aprendizagem que, segundo ela, é muito criativa, é uma aprendizagem que não tem fim. Impressionismo e canetados são as técnicas que domina, preferindo pintar modelos copiados do século XVII. As peças que pinta vão ao fogo diversas vezes, alternando a cozedura com a pintura.

sábado, 24 de abril de 2010

TECELAGEM DE CARLOS OLIVEIRA

Carlos Oliveira, no Cercal do Alentejo, tenta manter vivas as suas raízes através da tecelagem e da tapeçaria em tear artesanal. Beirão a residir no Alentejo há 24 anos, dedica-se a esta arte há quase duas décadas. Nasceu em Coimbra, e viveu a juventude na Serra da Estrela, terra de pastoreio e dos têxteis em lã de ovelha. Utilizando um tear artesanal e fios naturais de lã e algodão tece com motivos tradicionais e modernos, mantas, tapetes e tapeçarias. Participou em várias feiras de artesanato e em exposições individuais e colectivas. Actualmente faz parte do Centro de Artesanato da Minas do Lousal, concelho de Santiago do Cacém, onde é possível ver e comprar os seus trabalhos.
Quem desejar conhecer peças suas em Évora basta vir visitar o Centro de Artes Tradicionais, onde o artesão tem mantas expostas até ao dia 3 de Maio.
Citado de: Palmo a Palmo, Santiago do Cacém, C.M. Santiago do Cacém/ DDET, 2ª. Edição, Agosto de 2004.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Grupo de artesãos europeus visita Centro de Artes Tradicionais

Um grupo de artesãos polacos, búlgaros, gregos, espanhóis visitou esta manhã o Centro de Artes Tradicionais, numa iniciativa organizada pela Associação de Jovens Empresários do Litoral, onde conheceu o nosso espólio e contactou com um artesão local, o sr. José Chinarro que pinta mobiliário alentejano.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Cerâmicas de Santiago do Cacém

A cerâmica e a azulejaria são talvez as artes mais desenvolvidas em Santiago do Cacém. Existem vários artesãos, espalhados por todo o concelho, que se dedicam exclusivamente a esta profissão.
Vila Nova de Santo André é o local onde se concentra a maior parte das oficinas e se desenvolvem diversas acções de formação profissional. Na Casa do Artesão (Santo André), José Martins Sustelo executa, com toda a minúcia e destreza, reproduções de temas clássicos da azulejaria antiga, trabalho que faz com muito gosto e dedicação. Sua esposa Isilda (Cerâmicas do Azinhal), dedica-se também às artes do fogo, pintando todo o tipo de louça utilitária com os mais diversos padrões decorativos.
Participam ambos em muitos certames nacionais e internacionais divulgando, para além dos seus trabalhos, o município de Santiago do Cacém. Paula Ramos (Oficina Al Zulej – Santo André), pintora ceramista de profissão, passa os seus dias entre os azulejos e as peças de cerâmica, satisfazendo um gosto e procurando a satisfação pessoal que acha necessário encontrar. Na azulejaria, pinta o Alentejo , o quotidiano e, por vezes, a crítica social. Inventou uma técnica que apelida de «escariado» baseada na técnica da corda seca.
Esta artesã dedica grande parte do tempo à formação profissional e participa em diversas exposições por todo o País. As peças de barro, azulejaria e cerâmica moldadas e pintadas pelas mãos de Adília Alves (Artibarro – Santo André), adquirem sentido e «vida». Uma vida cheia de simbolismos que identificam e caracterizam a região alentejana. Os seus trabalhos ilustram fundamentalmente as igrejas, os moinhos, o monte e outros elementos da paisagem, que transpõe, quer para a louça utilitária e azulejaria, quer para a olaria artística. Também a paisagem humana e suas tradições são temas fundamentais nas peças que executa.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Produtos tradicionais de Santiago do Cacém em exposição no Centro de Artes Tradicionais

Viajar no concelho de Santiago do Cacém é partir à descoberta de um património único, onde os ricos sabores sobrevivem no paladar, na história e na tradição.

Para além da diversidade gastronómica de um concelho que das serras se estende pela planície até ao mar, pretendemos aqui promover um conjunto de produtos que fazem parte da nossa alimentação, confeccionados segundo técnicas tradicionais, e que podem ser adquiridos directamente no produtor.

Das verdadeiras iguarias existentes na região destacamos o vinho, o mel, o azeite, os queijos, a doçaria, as tradicionais alcomonias, o bolo de Santiago, os licores de poejo e murtinhos, o pão de excelente qualidade, que pode ser adquirido nas padarias juntamente com o bolo de torresmos e o bolo de massa de pão, diversos enchidos caseiros como a linguiça e o chouriço, que são vendidos e em muitos casos confeccionados nos próprios talhos, existindo diversas variedades, consoante os temperos usados. Citado de: Palmo a Palmo, Santiago do Cacém, 2.ª edição, Agosto de 2004

terça-feira, 20 de abril de 2010

AS ARTES TRADICIONAIS DE SANTIAGO DO CACÉM

O artesanato utilitário do Alentejo Litoral combina os recursos locais e os saberes tradicionais, destinando-se exclusivamente à satisfação das necessidades da comunidade rural.
É o caso do abegão e do tanoeiro de Santiago do Cacém; do oleiro, do latoeiro/arameiro; do cadeireiro e do empalhador de garrafões; do esteireiro ou dos cesteiros.
Os cestos em fibras vegetais foram os recipientes utilizados no transporte de materiais sólidos até à generalização do plástico. Nesta função, assumiam vantagens sobre a bilha de barro ou a celha de madeira, por serem mais leves e inquebráveis.
Para além da representação caricatural de personagens e tipos do meio rural em barro (o médico ou o vizinho; o baile ou a tourada) e da arte criada pelos pastores locais, minuciosa e satírica, as artes de embelezamento estão também presentes nesta região – estes trabalhos manuais contribuem para criar na casa alentejana maior comodidade e harmonia.

sábado, 17 de abril de 2010

As Artes Tradicionais de Santiago do Cacém no Centro de Artes Tradicionais

É num contexto de combinação entre o mundo urbano e o mundo rural que muitos artesãos, espalhados por todo o concelho de Santiago do Cacém praticam a sua arte.
Cerâmica, azulejaria, olaria, artesanato rural, miniaturas em madeira e cortiça, rendas e bordados, trabalhos com retalhos, arranjos de flores secas, tapeçaria, tecelagem e diversos ofícios tradicionais continuam a ser praticados no concelho.
Alguns trabalhos estão em vias de extinção e outros teimam em persistir, confirmando a sua utilidade nos tempos modernos: a tanoaria, a begoaria, a ferradoria, o fabrico de calçado, a latoaria e a funilaria, a cestaria, a correaria e a confecção de cadeiras e bancos.
Citado de: http://www.alentejolitoral.pt/

sexta-feira, 16 de abril de 2010

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Bordados nas "Artes Tradicionais de Santigo do Cacém"

Bordados em ponto cruz, elaborados pela artesã Laurinda Protássio, podem ser apreciados na actual exposição temporária até aos primeiros dias de Maio.

domingo, 11 de abril de 2010

Peças de cerâmica de Santiago de Cacém

As peças moldadas por Adília Alves, artesã de Santo André, adquirem sentido e "vida". Uma vida cheia de simbolismos que identificam e caracterizam a região alentejana.
Os seus trabalhos ilustram fundamentalmente as igrejas, os moinhos, o monte e outros elementos da paisagem, que transpõe, quer para a louça utilitára e azulejaria, quer para a olaria artística. Também a paisagem humana e suas tradições são temas fundamentais nas peças que executa.
Na exposição "As Artes Tradicionais de Santiago do Cacém" estão expostas duas peças desta artesã.
Citado de Santiago do Cacém - Palmo a palmo.

sábado, 10 de abril de 2010

Igreja de Santo André - Cercal do Alentejo

Na exposição "As Artes Tradicionais de Santiago do Cacém " pode ser apreciada uma maquete em miniatura deste monumento, elaborado por um artesão local.
Igreja do século XVI, possui uma torre sineira e um frontão do estilo barroco tardio, na fachada. No seu interior, é visível uma decoração do estilo manuelino.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Chita nas "Artes Tradicionais de Santiago do Cacém"

A actual exposição temporária tem patente ao público peças em chita com modelos actuais, da autoria de Ana Cristina Nunes.

Cestaria de Santiago do Cacém

Um cesto começa pelo fundo. O fundo define a forma e o tamanho do cesto. Do fundo parte a armação, a estrutura em torno da qual as mãos rudes do cesteiro vão construindo o pano, dando corpo ao cesto. A técnica apurada e a rapidez dos gestos na manufactura destes artefactos utilitários constituem uma arte, um velho ofício que teima em persistir...
Venha descobrir algumas destas peças na nossa exposição temporária "As Artes Tradicionais de Santiago do Cacém"!
Citado de: Palmo a Palmo, Santiago do Cacém, C.M. Santiago do Cacém/ DDET, 2ª. Edição, Agosto de 2004.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Registos de Santiago do Cacém

Artesanato de cariz religioso com origem nos conventos. Trata-se de um método muito próprio de decoração em torno de uma imagem religiosa.
Nazaré da Conceição Neto (Ermidas-Sado), dedica-se à confecção de registos, arte inspirada nos conventos do Alentejo. Cada peça é minuciosamente trabalhada, destacando a imagem de fundo através da decoração da estrutura que a envolve.
Citado de: Santiago do Cacém - Palmo a palmo;

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Artesanato de Santiago do Cacém

O Centro de Artes Tradicionais tem patente ao público até ao dia 3 de Maio a exposição temporária "As Artes Tradicionais de Santiago do Cacém"

terça-feira, 6 de abril de 2010

Vidros nas "Artes Tradicionais de Santiago do Cacém"

Jarras e outras peças em vidro, com decoração em massa, da empresa Pyramis de Santiago do Cacém, estão expostos no núcleo dedicado às Artes Decorativas locais.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

O Artesanato de Santiago do Cacém

O Artesanato de cariz rural encontra-se profundamente ligado à paisagem e aos recursos naturais. Baseia-se essencialmente na produção manual de objectos utilitários e na produção de objectos feitos à escala ou de imagens do quotidiano. São actividades económicas, culturais ou de lazer, geralmente praticadas nos tempos livres por artesãos que habitam no meio rural.
São normalmente actividades masculinas, em que o artesão intervém directamente em todas as fases da produção, desde a transformação da matéria–prima ao produto final, onde a aprendizagem dos ofícios tradicionais é feita dentro do meio familiar ou através de mestres. Citado de: Palmo a Palmo, Santiago do Cacém, C.M. Santiago do Cacém/ DDET, 2ª. Edição, Agosto de 2004.

Vidros nas "Artes Tradicionais de Santiago do Cacém"

No núcleo das artes decorativas da exposição temporária do Centro de Artes Tradicionais, encontramos peças em vidro, como é o caso deste prato da empresa artesanal "Artes Bia", sedeada no Cercal do Alentejo.

domingo, 4 de abril de 2010

Aviso

Avisamos os nossos visitantes que segunda-feira, dia 5 de Abril, o Centro de Artes Tradicionais vai estar excepcionalmente encerrado devido a tolerância pascal.

sábado, 3 de abril de 2010

Na exposição “As Artes Tradicionais de Santiago do Cacém” estão representados 55 artesãos e produtores, de diversas actividades:trapologia, cestaria, cerâmica, olaria, latoaria, rendas, bordados, tapeçaria, peças em madeira e cortiça, artigos em pele e couro, entre outras. Também as artes decorativas e os produtos tradicionais não foram esquecidos.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

No Alentejo há mais

O Centro de Artes Tradicionais também é aderente da campanha promocional do "Alentejo há mais", promovida pela nossa tutela - Turismo do Alentejo, E.R.T.
Basta vir dormir numa unidade hoteleira da região, também aderente, para ganhar uma caixinha cheia de surpresas... que lhe possibilitam descobrir museus ou desgustar de alguns sabores do Alentejo!!
Para mais informações, consulte http://www.noalentejohamais.com/

AS ARTES TRADICIONAIS DE SANTIAGO DO CACÉM