segunda-feira, 18 de abril de 2011

Depósito de Pão

O edificio conserva a estrutura original, decorado por opulento portal de granito, do estilo rococó, com pilastras almofadas, empena recurva, envieirada e de fogaréus, brasão régio, coroado a lápides comemorativas de 1777, além da teoria das janelas de sacada, com ferragem batida e elegante desenho pombalino. Notável pelas suas proporções é o Depósito de pão, imponente sala de planta rectangular, de 3 naves distribuídas por 5 tramos apoiados em abóbodas de aresta, à mesma altura, suportadas por grossos pilares de granito e secção cruciforme.

Espanca, Túlio, Évora - Arte e História, Evora, CME, 1980, p. 25

sexta-feira, 1 de abril de 2011

História do Celeiro Comum de Évora

Os fundamentos do Real Celeiro Comum de Nossa Senhora da Piedade, vêm da época sebástica e, nas suas primícias esteve instalado nos torreões do Castelo Novo da cidade, após obras de adaptação orientadas pelos oficiais de pedraria Mateus Neto e Brás Godinho (1576). A coroa o trannferiu, entre 1777-78, de acordo com o Senado Eborense, para o edifício construído expressamente para o efeito, após demolição do velho paço gótico dos Duques de Coimbra D.Jorge de Lencastre e D. Brites de Vilhena, aquele filho natural do rei D: João II e mestre da Ordem de Santiago, e esta senhora, filha de D. Álvaro de Bragança e de D. Filipa de Melo, ascendentes dos Duques de Cadaval. 

ESPANCA, Túlio, Évora - Arte e história, Évora, Câmara Municipal de Évora, 1980, p.p. 24-26.

terça-feira, 22 de março de 2011

domingo, 20 de março de 2011

sábado, 19 de março de 2011

Museu, um guarda do tesouro

Às instituições de memória, e de modo particular aos museus, é frequentemente atribuída a função de casas de guarda do tesouro. Mas, se o tesouro foi perdido, o que elas guardam? E se guardam de facto um tesouro, que tesouro é esse?
Isabel Victor, Museus em rede, Boletim da RPM n.º 38, Lisboa, Janeiro de 2011, p. 2.

terça-feira, 1 de março de 2011

ABERTO - FECHADO

1962-1991- ABERTO 1991-2007- FECHADO 2007-2010 - ABERTO 2010-2011 - FECHADO... M... de museu; M... de malogrado...

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Praça do Sertório, 23-2-11

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Museu

O vocábulo museu, como se sabe, tem origem na Grécia, no Templo das Musas (Museión). As musas, por seu turno, foram geradas a partir da união mítica celebrada entre Zeus (identificado com o poder) e Mnemóise (identificada com a memória).
O retorno à origem do termo museu não tem nada de novo. Diversos textos trazem essa referência (...) os museus vinculados às musas por herança materna (matrimónio) são "lugares de memória", mas por herança paterna (património) são configurações e dispositivos de poder. Assim, os museus são a um só tempo: herdeiros de memória e de poder. Estes dois conceitos estão permanentemente articulados nas instituições museológicas.
Isabel Victor, Museus em rede, Boletim da RPM n.º 38, Lisboa, Janeiro de 2011, p. 2.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Porco preto

Porco preto, feito em esferovite, estava inserido no núcleo "Ruas floridas do Redondo", logo no início do percurso expositivo do Centro de Artes Tradicionais. Esta peça fez sempre sucesso junto dos nossos visitantes!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Museu do Artesanato - Um Museu com História

Exposição do Museu do Artesanato
1991

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Museu do Artesanato - Um Museu com História

Exposição do Museu do Artesanato
1991

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Museu de Artesanato - Um Museu com História

Exposição do Museu do Artesanato
1991

sábado, 22 de janeiro de 2011

Museu do Artesanato de Évora, anos 60
(Colecção do Arquivo Fotográfico de Évora)

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Resultado da exposição temporária "Polícias e a Arte"

No período em que decorreu a exposição supracitada, de 16 de Julho a 13 de Novembro de 2010, o Centro de Artes Tradicionais recebeu 1.254 visitantes, sendo 751 nacionais e 503 estrangeiros. Do total de visitantes, destacamos os seguintes segmentos:

  • Bilhete família:46;
  • Crianças: 116;
  • Estudantes: 95;
  • Idosos: 105;
  • Visitas organizadas: 119;

Aqui publico a opinão de alguns visitantes acerca da exposição temporária: Parabéns a todos! Uma exposição maravilhosa. Tenho muito orgulho de pertencer à P.S.P. desde 1975. Maria Joaquina Orvalho 16.07.2010 Este dom que Deus lhe deu Sr. João Realista É porque ele percebeu que você é grande artista. Parabéns, gostei muito Irene Soraia 21.08.2010 Ao Sr. Luís Ricardo Eu dou-lhe os meus parabéns Continua esta arte Que é um lindo dom que tens Irene Soraia 21.08.2010 Gostamos do museu e ficamos bastante surpreendidos com a qualidade artística dos membros da polícia local. Paulo Freire e Bruna Sande 27.08.2010 Gostei imenso da exposição. Uma surpresa foi a capacidade artística dos elementos da P.S.P. expostos. Simão Bernardino 28.08.2010 Bellíssimos trabajos em estaño. Muy interesante la exposición de todos los trabajos artesanos. 2.09.2010 Maria Luísa – Valladolid, Espanha Very lovely works of art from the Évora District. Talented police officer works. JSH * AGA (sem data) Belle exposition qui nos permet d`apprecier le talente des artisans portugais. Quelle surprise de voir qui il ya tante de policiers qui sont de grands artistes!! Bravo. J. Paul Plonte, La Malbaie – Canadá 12.11.2010

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Peça do mês: Mostruário de talheres

A produção de utensílios domésticos em madeira e cortiça diversifica-se no decorrer do séc. XX, acrescentando sempre novas peças à medida que se enriquece o interior das casas urbanas. São os ideais de honestidade moral, asseio, trabalho e rigor económico que esses objectos, decorados preferencialmente com motivos geométricos, presentes na cultura camponesa de vários países da Europa, traduzem na decoração do lar. Na maioria dos casos a funcionalidade mantem-se teimosamente, mas adivinha-se pelo trabalho incorporado, pela fragilidade dos materiais utilizados, um objecto cuidadosamente exposto.
Citado de: MANGUCCI, Celso, Marcas de Identidade - Roteiro da exposição permanente: Celeiro Comum, Centro de Artes Tradicionais, Évora, Região de Turismo de Évora, 2007, p. 62.