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domingo, 3 de agosto de 2008

CONCEIÇÃO SAPATEIRO

A obra de Conceição Sapateiro, artesã natural de Barcelos, transparece uma certa realidade do imaginário popular português, além de retratar a vida do quotidiano na região minhota.

As peças, figuradas, exprimem sentimentos religiosos através dos santos, dos cristos, dos presépios, etc. e retratam figuras populares de profissionais - galinheiras, peixeiras - de elementos de festas e romarias- músicos, bandas etc.

Hoje é o último dia da exposição "Objectos In(Úteis) , se ainda não a conseguiu visitar tem até às 19.00 horas para o fazer! Citado de: http://www.artesminho.com

sábado, 2 de agosto de 2008

ROSÁRIO FONSECA

Maria do Rosário Paquete Fonseca, natural de Grândola, concluiu a sua formação na Escola de Cerâmica de Reguengos de Monsaraz e exerce, desde então a profissão de pintora e modeladora de cerâmica, em Grândola, na oficina de S. Pedro.
Existem vários bonecos da sua autoria na "Exposição Objectos In(Úteis)", que podem ser adquiridos pelo visitante do Centro de Artes Tradicionais, pelo valor de 75 €.
Venha vê-los ao vivo! Só tem até amanhã para visitar esta mostra de artesanato nacional.
Citado de : http://www.cm-grandola.pt

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

SÉRGIO AMARAL

Natural de Mangualde, este artesão sentiu a necessidade de experimentar novos materiais, como o ferro e o barro, iniciando o seu percurso na cerâmica, com especial interesse pelo barro negro. Desde 1982 que explora todas as possibilidades que esta técnica permite: o Rakú, o Negro Primitivo, as Reduções, etc. Em 2002 começa a dar a conhecer com mais insistência os seus matarrachos em várias mostras de artesanato, tendo recebido vários prémios, como por exemplo, o prémio de Artesanato Moderno do IEFP.
As peças em exposição estão para venda.
Citado de: http://www.ceramica3cs.com

quinta-feira, 31 de julho de 2008

JÚLIA CÔTA

Tendo nascido em Barcelos, o nome Júlia Côta é uma referência na arte da cerâmica de figurado na região Minho.

Filha da famosa ceramista Rosa Côta e neta de Domingos Côta (o pai do galo de Barcelos), Júlia Côta entrou cedo nesta arte, tornando-se responsável pela criação de figuras religiosas, animais, retratos que são reinterpretados numa mistura do respeito e imaginário, ou em representação de cenas do trabalho e do jogo da vida rural. Citado de: http://www.juliacota.com

quarta-feira, 30 de julho de 2008

MÁSCARAS

Todos os anos, nos dias 24, 25 e 26 de Dezembro realiza-se no concelho de Vinhais, na província de Trás-os Montes e Alto Douro, a festa dos Rapazes ou festa de Santo Estevão. Os mascarados, os rapazes solteiros da aldeia, tornam-se em figuras inigmatas, de aparência terrífica, fazendo de tudo para não serem reconhecidos.

Vestem um fato de cores garridas (amarelo e vermelho), capucho, cajoto, chocalhos presas na cintura, socos de madeira e com uma máscara de madeira de castanho. Numa mistura de figura de homem e figura de animal, muitas das máscaras têm chifres, dando-lhe um aspecto terrifico e diabólico, mas com um significado muito rico. O artesão Tozé Vale, morador em Vinhais, é o responsável pela criação destas máscaras (em exposição, no valor de 96€ a 120 €), assim como dos respectivos trajes usados na festa. Citado de: http://vinhaisnofuturo.blog.pt

terça-feira, 29 de julho de 2008

“Lenços dos Namorados”

Ao longo dos 150 anos da história dos “Lenços dos Namorados” que sempre existiu uma comercialização desses bordados, porque nem todas as raparigas em idade de casar sabiam bordar… e esta era uma forma de comunicar afecto entre duas pessoas, fora do quadro do “namoro”. Já houve lenços com funções similares em todo o país, e até noutras regiões europeias, mas é no Minho que conseguiram alcançar mais visibilidade e que se deu a sua revitalização.
Este lenço pequeno, é da autoria da Aliança Artesanal, localizada em Vila Verde, assim como os restantes em exposição e custa 45 €. Citado de: “Os Lenços de Namorados: frentes e versos de um produto artesanal no tempo da sua certificação”

domingo, 27 de julho de 2008

CARLOS BARAÇA

A família “Baraça” é a prova viva da passagem de saberes e identidades na arte de trabalhar o barro. A tradição foi encetada por Ana “Baraça” no início do século passado e continuada, primeiro, pelo filho Fernando “Baraça” e, agora, pelos netos Carlos (autor das peças em exposição), Victor e Moisés “Baraça”. Com uma identidade muito própria, o figurado dos “Baraças” pauta-se pelo simbolismo, pela magia e pela expressão artística das peças, características às quais se aliam as cores coloridas e atractivas que atestam a vivacidade deste tipo de artesanato.
Os Baraças são uma das famílias de barristas mais tradicionais do concelho de Barcelos, constituindo- se como referencial da arte popular em Portugal. As suas peças estão ligadas ao mundo rural, à agricultura e à pecuária: os carros de bois, os camponeses, os arados, as juntas de bois, assim os coretos (o da imagem vale 70€) e as bandas de música.
Citado de: http://www.barcelos-popular.pt

sábado, 26 de julho de 2008

JOAQUIM PAIVA

Joaquim Paiva nasceu a 6 de Agosto de 1930, em Lapas, concelho de Torres Novas. Artesão auto-didacta, cria os seus primeiros bonecos em madeira, após a reforma. Entusiasmado com o resultado das suas primeiras peças - a dupla “Adão e Eva”, nunca mais parou de criar bonecos, dando-lhes um cunho “naif”.
Trabalha a ritmo lento, daí o número total de peças que criou, até hoje, ser muito reduzido, sendo muito raro encontrar uma obra sua. Cada uma delas tornou-se, por isso, um verdadeiro objecto de culto.
As peças desta exposição estão para venda, tanto a Santíssima Trindade (na imagem) como a Nossa Senhora do Ó, têm o valor de 160€.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Maria Luísa da Conceição

Os bonecos em barro de Estremoz são uma feliz combinação entre a escultura e a pintura, seguindo a tradição das imagens de culto em madeira e cerâmica que, policromadas, estavam presentes em retábulos e oratórios desde o século XVI. Os bonecos conservam porém uma mescla de escárnio e divertimento que se pode associar com os presépios em terracota da segunda metade do século XVIII. Nas primeiras décadas do século XX, assiste-se a um capítulo importante de fixação e ênfase nos aspectos regionais, com o trabalho de recuperação do fabrico dos bonecos protagonizado pelo escultor José Maria de Sá Lemos, que convidou Mariano da Conceição - neto de Caetano Augusto da Conceição, o fundador da Olaria Alfacinha - para professor da Escola de Artes e Ofícios de Estremoz. A exposição do Mundo Português, celebrada em 1940, veio dar visibilidade ao trabalho de Mariano da Conceição e alimentar uma longa tradição familiar, que se estende até os dias de hoje.
Maria Luísa da Conceição (n.1934), filha dos mestres Mariano da Conceição e Liberdade da Conceição, desde criança esteve ligada aos bonecos. Iniciou produção própria a partir dos anos setenta do século XX.
Estas são algumas peças que pode ver, ou até comprar, em exposição até ao dia 3 de Agosto!

Citado de: ROTEIRO DOS ARTESÃOS DO DISTRITO DE ÉVORA - BONECOS DE ESTREMOZ. TRADICIONAIS E CONTEMPORÂNEOS.

terça-feira, 22 de julho de 2008

OFICINA DA TERRA

A Oficina da Terra, atelier da cidade de Évora, é gerida pelos artesãos Tiago Cabeça (n.1970) e Magda Ventura (n.1976). Ambos aprenderam os segredos da arte do barro com os mestres Orlando Guimarães e António Velho, da Olaria Guimarães e Velho em S. Pedro do Corval, sendo o Tiago Cabeça responsável por esculpir e moldar as peças, que são finalizadas pela colega Magda Ventura, que dá-lhes vida com as suas cores. Estes artesãos receberam o reconhecimento generalizado, com a atribuição de diversos prémios, como por exemplo o 1.º Prémio Nacional de Artesanato Contemporâneo 2001-2003.
As peças da sua autoria, em primeiro plano na imagem, estão para venda na exposição "Objectos In(Úteis)".

segunda-feira, 21 de julho de 2008

O Monte - ACE, no seu trabalho de proximidade com as gentes alentejanas soube sempre qual o valor dessa identidade, privilegiando a sua divulgação, levando-a a conhecer novos mundos, contribuindo para a recriação da tradição, para a inovação enraizada num território, alimentando o processo criativo nascido do contacto com novos conceitos, diferentes abordagens, outras formas de estar e sentir.
Nasce assim, o seu trabalho conjunto com a ProRegiões Lda., em prol da valorização dos saberes e sabores regionais além fronteiras, e o seu empenho enquanto entidade gestora do Espaço Portugal Rural, em Lisboa, e Loja do Celeiro, em Évora, onde se encontra aquilo que de melhor, mais genuíno, mais verdadeiramente português o país tem para degustar e descobrir e onde o espaço é conceptualizado de forma dinâmica, servindo o desenvolvimento de actividades que trazem um pouco desse país perdido nas planícies e serras, ao ambiente urbano.
A Mostra de Artesanato Nacional, que decorre em Évora entre 19 de Julho e 3 de Agosto é uma dessas actividades, trazendo ao Centro de Artes Tradicionais uma representação do Figurado Português de autor, enriquecido pelo talento de artesãos de Norte a Sul de Portugal.
MONTE/ACE

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Objectos In(Úteis)

A cultura tradicional, nas suas mais variadas e espontâneas expressões, traduz a alma de um povo, a sua pulsação. Guardar a memória dos locais, as palavras por dizer, os gestos que o artesão grava na obra, o sabor nascido no início dos tempos, que as avós transformaram na infância feliz é guardar um sentido de identidade essencial para o património comum da humanidade.
E é já no próximo sábado, dia 19 de Julho, que pode disfrutar desta exposição, num dia de horário alargado, das 9.30 às 00.00 horas!
Aproveite esse dia de Verão para conhecer as várias exposições do Centro de Artes Tradicionais: "Marcas de Identidade", "Redondo - Um Século de Barros", além da novíssima exposição "Objectos In(Úteis)"!
MONTE/ACE

EXPOSIÇÃO Objectos In(Úteis) - A partir de 19 de Julho

Os objectos, são momentos de criação do homem, são arquivos de memórias que asseguram a representação do homem pelo homem, perpetuando a sua vivência e permitindo evocar, retratar, valorizar, os afectos, os segredos e a relação do indivíduo com o mundo.
Estes objectos criados pelos nossos artesãos e que nesta exposição nos permitem viajar pelo mundo rural Português, são a narrativa de uma memória, de geografias, medos, amores, ironias e devoções. Objectos quase exclusivos e de estimação que embora não tenham utilidade, são hoje peças de paixão e de culto na criação de ambientes das casas urbanas.
MONTE/ACE

terça-feira, 15 de julho de 2008

Objectos In(Úteis) - Mostra de Artesanato Nacional

O Agrupamento Monte, sediado em Arraiolos, detém uma experiência de largos anos na dinamização do território e, em particular, na promoção e reabilitação das artes e ofícios tradicionais, procurando a genuinidade e excelência que subsiste nos territórios rurais, onde são produzidas verdadeiras obras de arte, fruto da re-invenção do quotidiano pelos artesãos locais, consagradas em artefactos de grande beleza e indiscutível qualidade.
Como corolário deste trabalho, o Monte abriu ao público a Loja do Celeiro, no interior do Centro de Artes Tradicionais, em Évora, dinamizando em simultâneo, no mesmo espaço, actividades de cariz diverso centradas, contudo, na valorização do património cultural e etnográfico português. Nesse âmbito, o Monte vai trazer a Évora, cidade Património da Humanidade, uma Mostra de Artesanato Nacional de autor. Assim, entre os dias 19 de Julho e 3 de Agosto será possível encontrar no Centro de Artes Tradicionais a Exposição/Venda intitulada "Objectos (In)Úteis", representando a arte de alguns dos melhores artesãos nacionais sob a temática do Figurado Português, contribuindo para a divulgação do património etnográfico português e sua evolução ao longo dos tempos. Para celebrar esta iniciativa e de forma a contribuir para a dinamização do centro histórico de Évora, o Centro de Artes Tradicionais estará aberto até à meia-noite no sábado, dia 19 de Julho. MONTE/ACE